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Governo regulamenta segurança privada com novas regras ao setor

Governo regulamenta segurança privada, exige vigilantes armados em bancos e quatro por veículo em transporte de valores, com formação mínima de 200 horas

Governo regulamenta segurança privada e impõe novas regras ao setor
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  • O governo regulamentou o Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras, vigente desde a lei sancionada em 2024.
  • Bancos deverão manter pelo menos dois vigilantes armados durante o atendimento ao público, além de cofres com temporizadores e câmeras.
  • Empresas de transporte de valores precisam operar com veículos blindados e, no mínimo, quatro vigilantes.
  • Formação dos profissionais passa a exigir cursos de duzentas horas e é proibida a atuação de vigilantes como autônomos ou por meio de cooperativas.
  • A fiscalização fica a cargo da Polícia Federal, com prazo de três anos para adequação; o autor da proposta é o deputado Marcelo Crivella.

O governo federal regulamentou o Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras, com base na lei sancionada em 2024. O decreto atualiza as regras para empresas de segurança e instituições financeiras em todo o país, definindo novas exigências.

A medida estabelece que agências bancárias devem manter pelo menos dois vigilantes armados durante o atendimento. Bancos também precisam de cofres com temporizadores e sistemas de câmeras, enquanto empresas de transporte de valores deverão operar veículos blindados com no mínimo quatro vigilantes.

A regulamentação prevê formação de profissionais com curso mínimo de 200 horas e proíbe vigilantes atuarem como autônomos ou por meio de cooperativas. A Polícia Federal ficará responsável pela autorização e fiscalização das empresas, com prazo de três anos para adaptação.

Autoria e contextos oficiais

O projeto foi apresentado pelo deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da cerimônia, destacando a dignidade profissional e a civilidade no setor. Crivella reforçou a importância do apoio da iniciativa privada para a regulamentação.

Implementação e fases regulatórias

O texto estabelece fiscalização pela PF e prazo de três anos para adequação. Em cada etapa, haverá certificações e inspeções para verificar o cumprimento das novas regras, visando maior segurança em bancos e no transporte de valores.

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