- O ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou que ajustes para caminhoneiros decorrentes da revisão de jornada poderão ocorrer por regulamentação específica e acordos coletivos.
- O transporte rodoviário de cargas tem legislação própria, por isso os motoristas não devem ser diretamente afetados pelas mudanças em discussão.
- Segundo Santoro, os impactos recairão principalmente sobre embarcadores e operadores logísticos, mas o governo acompanha o debate e pode ajustar para as particularidades do setor.
- O período de transição para as novas regras deve ser gradual e muito tranquilo, sem prejuízos à atividade de transporte de cargas.
O ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou nesta terça-feira (9) que ajustes na jornada e na escala de trabalho dos caminhoneiros poderão ser tratados por meio de regulamentação específica e acordos coletivos com a categoria. Ele destacou que o setor de transporte rodoviário de cargas tem legislação própria, o que pode afastar impactos diretos sobre os caminhoneiros.
Santoro explicou, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da EBC, que eventuais mudanças devem passar por regulamentação específica ou por acordos com os trabalhadores. Segundo ele, os impactos relevantes recairão principalmente sobre embarcadores e operadores logísticos.
Ainda assim, o ministro disse que o governo acompanha o debate e não descarta ajustes para atender às particularidades do setor. O período de transição será utilizado para que empresas e trabalhadores se adaptem de forma gradual e sem atrapalhar a atividade.
Acordos e regulamentação
O ministro indicou que qualquer revisão deverá ocorrer por meio de instrumentos formais, preservando a legislação vigente. A expectativa é manter a operação de transporte de cargas estável durante o processo de adequação.
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