- A PEC 221/2019, que extingue a escala de trabalho 6×1, segue parada no Senado; o presidente Davi Alcolumbre defende que a matéria seja analisada pelas comissões com tempo para debate.
- A base governista pressiona por votação rápida no plenário para usar o apelo popular da proposta e fortalecer o legado político em ano eleitoral.
- A reunião de líderes prevista para discutir o tema nesta terça-feira não aconteceu e não há data confirmada para um novo encontro.
- A PEC deve passar pela Comissão de Constituição, Justiça e C cidadania (CCJ) antes de ir ao plenário; o presidente da CCJ, Otto Alencar, diz que a análise ocorrerá nos trâmites normais e em três ou quatro semanas pode haver aprovação.
- Sete senadores aparecem cotados para a relatoria: Omar Aziz, Rogério Carvalho, Efraim Filho, Carlos Fávaro, Weverton, Camilo Santana e Rodrigo Pacheco; o governo sinaliza Camilo Santana para o cargo, enquanto Alcolumbre prefere Pacheco, que pode recusar caso formalizado.
A PEC 221/2019, que extingue a escala de trabalho 6×1, segue parada no Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, defende que a matéria seja analisada pelas comissões com tempo adequado para debate. A base do governo cobra votação rápida no plenário para explorar o tema eleitoral.
A reunião de líderes prevista para hoje não ocorreu. Não há data definida para o encontro, o que deixa a tramitação incerta no curto prazo. Alcolumbre sustenta que o Senado precisa atuar como casa revisora, com tempo para avaliação técnica.
Para o cientista político Valdir Pucci, a postura de Alcolumbre é tecnicamente adequada e não configura manobra para atrasar a PEC. Segundo ele, o Senado deve revisar o projeto, conforme o papel da casa revisora.
Disputa pela relatoria na CCJ
A PEC deve passar pela CCJ antes de ir ao plenário, segundo avaliação de integrantes da comissão. O presidente da CCJ, senador Otto Alencar, sinalizou que pretende conduzir a análise pelos ritos normais. A expectativa é de aprovação em semanas.
Sete nomes aparecem cotados para a relatoria: Omar Aziz, Rogério Carvalho, Efraim Filho, Carlos Fávaro, Weverton, Camilo Santana e Rodrigo Pacheco. O governo tem interesse em Camilo Santana; Alcolumbre prefere Pacheco, embora as assessorias neguem movimentações oficiais.
Fontes ligadas aos dois interlocutores indicam cautela sobre o envolvimento de Pacheco. Ele indicou que pode se afastar de pautas politicamente desgastantes até o fim do mandato, anunciado para 2027.
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