Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Assassino da servidora Daniella Pelaes é condenado a mais de 39 anos de prisão

Júri condena Janilson Quadros de Almeida a mais de trenta nove anos e sete meses de prisão por feminicídio de Daniella Pelaes, morta a facadas na casa da vítima enquanto dormia

Daniella Di Lorena Pelaes foi morta dentro de casa. Os três filhos dela estavam na residência - (crédito: Redes sociais)
0:00
Carregando...
0:00
  • Janilson Quadros de Almeida foi condenado a mais de 39 anos e sete meses de prisão pelo feminicídio da servidora Daniella di Lorena Pelaes de Almeida, ocorrido em 25 de maio de 2024.
  • O crime aconteceu na casa da vítima, no condomínio Amobb, no Jardim Botânico, enquanto Daniella dormia, com os três filhos na residência.
  • O júri ocorreu em 10 de junho, e o Conselho de Sentença confirmou a condenação com base na denúncia do Ministério Público.
  • O juiz destacou traços de ciúmes, possessividade e controle do réu, além da recusa em aceitar o término do relacionamento, apontando maior reprovabilidade da conduta.
  • O réu, que tentou tirar a própria vida após o crime, alegou legítima defesa, mas a defesa foi rejeitada diante de testemunhas presentes, incluindo dois filhos da vítima.

O Tribunal do Distrito Federal condenou Janilson Quadros de Almeida a mais de 39 anos e sete meses de prisão pelo feminicídio de Daniella Di Lorena Pelaes de Almeida, 46 anos. O crime ocorreu em 25 de maio de 2024, na residência da vítima, no condomínio Amobb, no Jardim Botânico, enquanto Daniella dormia.

Segundo a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o crime ocorreu após o término do relacionamento. O réu agiu com ciúme, possessividade e controle, atitudes descritas pelo juiz como elementos que agravam a conduta. O júri ocorreu nesta quarta-feira, 10/6, em Brasília.

O Conselho de Sentença considerou relevantes as circunstâncias de violência doméstica e a relação de parejas, além da prática de homicídio com uso de arma branca. O juiz ressaltou que as consequências do crime ultrapassam o tipo penal, privando a vítima da convivência familiar.

O promotor Marcelo Leite destacou a presença de familiares na sessão e a acusação de violência anterior do réu no estado de origem, o Amapá. A defesa, na versão apresentada aos jurados, sustentava legítima defesa, o que foi refutado pelos depoimentos e pelas testemunhas no plenário.

Antes de sofrer o ataque, Daniella era servidora pública federal da Telebras, trabalhando em Brasília há cerca de um ano. Ela deixou três filhos, duas meninas de 10 e 17 anos, e um menino de 3 anos, filho do casal. Daniella também atuou como secretária de Governo e de Saúde no Amapá.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais