- Na conclusão do congresso em São Paulo, a Federação Nacional das Escolas de Samba (Fenasamba) pediu políticas públicas de valorização das agremiações e fomento ao turismo fora das grandes cidades.
- O Conasamba 2026 lançou uma campanha por políticas públicas permanentes de apoio às escolas, com foco especial nas de carnaval de rua em cidades com menos apelo turístico.
- Na Carta de São Paulo, as escolas de bairro e desfiles comunitários foram ressaltados, indo além dos grupos especiais do Rio de Janeiro e de São Paulo.
- O documento destaca a necessidade de financiamento estável, com qualificação de profissionais, acesso a mecanismos de financiamento e fortalecimento das estruturas em todas as regiões.
- Representantes cobraram distribuição justa de verbas públicas, além de uma Política Nacional de Fomento ao Carnaval com recursos federais permanentes e critério técnico, cultural e social.
O encerramento do congresso do Conasamba 2026, em São Paulo, reuniu a Federação Nacional das Escolas de Samba (Fenasamba) para defender políticas públicas de valorização das agremiações em todo o país. O foco incluiu formação de trabalhadores e incentivo ao turismo fora das grandes cidades.
A Carta de São Paulo foi divulgada ao término do evento. O documento enfatiza olhar para além dos grupos especiais do Rio de Janeiro e de São Paulo, promovendo atenção às escolas de bairro e aos desfiles comunitários.
O encontro, realizado entre 4 e 7 de junho, discutiu carnaval de rua, empreendedorismo, sustentabilidade e a participação das mulheres na festa. Também foram abordados desafios técnicos e profissionais do setor.
Pedido por políticas públicas permanentes
O texto defende políticas de Estado permanentes para qualificar profissionais do carnaval e ampliar o acesso a mecanismos de financiamento. Também pede intercâmbio de experiências e fortalecimento das estruturas das escolas em todas as regiões.
Representantes das escolas defendem distribuição justa de verbas públicas com critérios de equidade. A ideia é evitar dependência de recursos de última hora e permitir planejamento financeiro estável.
A Carta reforça a necessidade de uma Política Nacional de Fomento ao Carnaval, com recursos federais contínuos e distribuição equitativa entre estados. O documento solicita atuação do Ministério da Cultura nesse âmbito.
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