- A Carteira de Identidade Nacional (CIN) unifica o cadastro com o CPF como identificador único em todo o Brasil, visando reduzir fraudes.
- O RG antigo continua válido até 28 de fevereiro de 2032, e a troca pode ocorrer de forma gradual; pessoas acima de 60 anos não precisam trocar.
- A CIN traz itens de segurança, como QR Code para verificar autenticidade e furto/extravio, além do código MRZ usado em passaportes.
- Há versão física e digital da CIN, disponível no aplicativo Gov.br; é possível incluir opcionalmente dados de outros documentos, como CNH e título de eleitor.
- A emissão da primeira via e de renovações é gratuita; para solicitar, procure o órgão de identificação do estado com certidão atualizada e CPF regularizado.
A Carteira de Identidade Nacional, conhecida como novo RG, está sendo implementada em todo o Brasil. A principal mudança é a unificação do registro: o CPF passa a ser o único identificador válido no país. A transição busca reduzir fraudes e duplicidade de cadastros.
Antes, cada estado emitia o próprio RG com numerações distintas. Isso permitia até 27 números diferentes para a mesma pessoa, abrindo brechas para erros e fraudes. Com a CIN, o CPF passa a ser o identificador único.
O RG antigo continua válido até 28 de fevereiro de 2032 em todo o território nacional. Não há obrigação de troca imediata, mas especialistas sugerem uma migração gradual para evitar filas. Pessoas com 60 anos ou mais têm validade indefinida do documento antigo.
A nova carteira traz inovações de segurança e formato. Um QR Code permite verificar autenticidade e se houve furto ou extravio. Também inclui o código MRZ, usado em passaportes, facilitando entrada em países do Mercosul.
Além do formato físico, a CIN oferece versão digital via aplicativo Gov.br. Lá é possível incluir opcionalmente dados de outros documentos, como CNH e título de eleitor. O documento usa o CPF como base de identificação.
A emissão da primeira via e das renovações é gratuita. Para solicitar, é necessário ir ao órgão de identificação do estado, como institutos de identificação ou Poupatempo, com certidão atualizada e CPF regularizado na Receita Federal.
O objetivo da medida é facilitar o cruzamento de dados entre bancos, sistemas de saúde e programas sociais. A unificação reduz inconsistências e facilita a verificação de identidades em operações do dia a dia.
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