- A Polícia Penal do Estado de São Paulo rebateu as acusações da defesa de Deolane Bezerra sobre as condições da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, classificando-as como improcedentes.
- Daniele Bezerra, irmã de Deolane, afirmou em entrevista que a influenciadora enfrenta crises de pânico e teria convivido com infestação de escorpiões na cela, dizendo que em um dia foram mortos quatro deles.
- Deolane Bezerra está detida preventivamente desde 21 de maio, no âmbito da operação Vérnix, que investiga suposta lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital.
- Nesta quarta-feira, o Ministério Público denunciou Deolane por organização criminosa e lavagem de dinheiro, enquanto a defesa sustenta que as movimentações financeiras correspondem a honorários profissionais.
- A Polícia Penal afirmou que houve dedetização e desratização periódicas, não há registro de animais peçonhentos e a alimentação e água fornecidas seguem as normas, com consumo considerado adequado.
A Polícia Penal do Estado de São Paulo (PPESP) rebateu nesta quarta-feira (10) as denúncias apresentadas pela defesa da advogada e influenciadora Deolane Bezerra. Daniele Bezerra, irmã da influenciadora, havia relatado condições insalubres na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior paulista. O órgão classificou os relatos como improcedentes e divulgou seu posicionamento oficial.
As denúncias surgiram em meio à desdobramentos da Operação Vérnix, que investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro com ligações ao PCC. Deolane permanece detida preventivamente desde 21 de maio. Nesta semana, o Ministério Público denunciou a influenciadora pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, enquanto a defesa nega irregularidades, atribuindo os movimentos financeiros a honorários profissionais.
Daniele Bezerra concedeu entrevista a Lucas Pasin, do portal Metrópoles, na qual afirmou crises de pânico de Deolane e dificuldades para hibernar na cela, com menção a infestação de escorpiões. A irmã também alegou que Deolane matou quatro escorpiões em um único dia. A defesa sustenta que o cenário seria agravado por falhas de higiene e alimentação.
Defesa da PPESP
A Polícia Penal negou as acusações sobre animais peçonhentos, afirmando que a penitenciária realiza dedetização e desratização periódicas, a última ocorrida em abril, sem registros de presença de escorpiões. Também garantiu que o fornecimento de alimentação e água segue normas, e que Deolane se alimenta normalmente, com água de consumo adequado submetida a análises.
Servidores da unidade teriam ficado surpresos ao tomar conhecimento das acusações, segundo o posicionamento oficial. O caso segue em andamento, com a defesa de Deolane continuando a contestar as acusações de organização criminosa e lavagem de dinheiro. As condições de detenção permanecem como ponto de controvérsia entre as partes.
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