- Ivna Dias, sobrinha do ministro Wellington Dias, teve o celular roubado no bairro de Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro.
- Câmeras de segurança registraram o crime e as imagens foram divulgadas pela própria vítima, nas redes sociais, na terça-feira (9 jul 2026).
- No vídeo, um homem se aproxima e Ivna entrega o celular ao ladrão, informando a senha do aparelho.
- A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que a 10ª DP (Botafogo) investiga o caso; a vítima foi ouvida e as diligências continuam.
- Ivna Dias estava no Rio para participar da Maratona do Rio, realizada no fim de semana anterior.
Ivna Dias, influenciadora e sobrinha do ministro Wellington Dias, teve o celular roubado no bairro Botafogo, zona sul do Rio. O crime ocorreu na última terça-feira e foi registrado por câmeras de segurança, que já divulgaram as imagens nas redes sociais.
Na gravação, um homem se aproxima da vítima na via pública. Ivna entrega o aparelho e informa a senha. Ela descreveu, pelas redes, que estava saindo para almoçar e cuidar de compromissos de publicidade no fim de semana.
A Polícia Civil do Rio disse ao Poder360 que a 10ª DP (Botafogo) investiga o caso. A vítima foi ouvida na delegacia e os agentes trabalham em diligências para identificar o autor do furto. Não houve informações sobre a data do crime.
Ivna Dias, natural de Teresina, estava no Rio para a Maratona do Rio, realizada no fim de semana anterior. O episódio ocorre em meio a anúncios do governo federal sobre medidas de combate a roubos de celulares.
Medidas contra roubos de celulares
O presidente Lula anunciou a implantação do Celular Seguro, com notificações a usuários sobre aparelhos com registro de roubo ou furto. A ideia é alertar possíveis compradores sobre a origem ilícita do dispositivo.
Segundo o governo, há um cadastro de aproximadamente 2,5 milhões de telefones roubados. A iniciativa também visa facilitar a devolução de aparelhos aos proprietários quando possível.
A pauta de roubos de celulares tem ganhado atenção política, com debates sobre impactos na segurança pública. Em 2019, Lula já havia discutido violência policial relacionada a casos de furto de celulares, em declarações que circulam nas redes.
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