- A Polícia Federal rejeitou a segunda proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, que foi encaminhada ao gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, e à defesa do Banco Master.
- A Procuradoria-Geral da República avalia a proposta, mas ainda não deu resposta formal; o procurador-geral Paulo Gonet orientou a equipe a analisar o material com cautela e sem prazo definido.
- Os agentes entenderam que as informações apresentadas não acrescentavam novidades em relação às provas já obtidas, inclusive do celular de Vorcaro.
- A segunda proposta também menciona uma acusação de pagamento de propina ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
- Ainda segundo a Veja, Vorcaro teria oferecido uso de conta no exterior para repassar recursos ao senador, com relato de pagamento de US$ 30 milhões (aproximadamente R$ 153,5 milhões) depositados em conta secreta e repassados a Alcolumbre por Augusto Lima.
O programa Estadão Analisa detalha a rejeição da segunda proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro pela Polícia Federal. A PF informou ao gabinete do ministro André Mendonça, do STF, a não aceitação das informações apresentadas até o momento. A PGR ainda analisa a proposta, sem prazo definido.
Segundo apuração, a avaliação dos investigadores não apontou novidades relevantes em relação às provas já reunidas, incluindo dados do celular de Vorcaro. O caso segue em análise pela Procuradoria-Geral da República, que pediu cautela na avaliação do material.
A reportagem destaca que a segunda proposta pode envolver acusações de pagamento de propina ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A Veja relata que o banqueiro também teria mencionado uso de conta no exterior para repassar recursos a Alcolumbre, em operação ligada a Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro.
Além disso, há a menção de um pagamento de US$ 30 milhões, hoje estimado em cerca de R$ 153,5 milhões, depositado em conta secreta. O dinheiro teria sido repassado a Alcolumbre em troca de apoio a interesses de Vorcaro, segundo a publicação.
Situação atual do processo
A PF não concluiu a análise formal da delação. O procurador-geral Paulo Gonet instruiu a equipe a examinar o material com cautela, sem estabelecer prazo. A decisão final depende de avaliação conjunta entre PF e PGR, com a atuação do STF na linha de fundo.
A história, conforme o material disponível, permanece em fase de análise e verificação de fatos. A PF já comunicou a Mendonça sobre a recusa, enquanto a defesa do dono do Banco Master não teve notícia de resposta formal até o momento.
O Estadão Analisa continua acompanhando os desdobramentos, com divulgação de novas informações oficiais assim que houver. A curadoria busca reduzir ruídos e priorizar fatos verificáveis sobre o tema.
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