- Lula determinou que a aliança em São Paulo tenha como vice do ex-ministro Fernando Haddad um nome do PSB, e a decisão ficou com Haddad.
- A chapa precisa definir quem disputará o Senado: Márcio França ou Simone Tebet, ambos com interesse no cargo.
- Marina Silva deve ficar com uma vaga no Senado, segundo as previsões internas do Rede.
- França resiste à posição de vice; mesmo com o sinal de Lula, ele valoriza sua liderança histórica e a presidência do PSB paulista.
- Tebet migrou para o PSB com a intenção de disputar o Senado; há avaliação de que Lula precisaria convencer a ex-ministra para aceitar a vice.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva orientou a campanha de Fernando Haddad em São Paulo a manter a vaga de vice no guarda-chuva do PSB. A definição ainda depende de quem ocupará a vaga e quem disputará o Senado.
Segundo interlocutores, Haddad recebeu a tarefa de fechar a composição o mais rápido possível. A ideia é consolidar o acordo para já alinhar a campanha nos próximos dias. A liderança do PT aponta França ou Tebet como opções para a vice.
Marina Silva deve ser confirmada para uma cadeira no Senado, segundo previsões internas do Rede. A duplaidade entre disputar o Senado por SP ou manter espaço na majoritária é motivo de avaliação entre as legendas.
Definição da vice e do Senado
Márcio França mantém resistência ao posto de vice, mesmo com o sinal de Lula favorável. Seu papel histórico e a presidência do PSB em SP são fatores que pesam no cenário. França também é visto como força de apoio à campanha na Baixada Santista.
Simone Tebet migrou para o PSB com a pretensão de disputar o Senado. A ex-ministra pode dialogar com eleitorado de centro, além de alcançar público conservador e ampliar a cobertura feminina. No entanto, há pressão para que Lula convença Tebet a aceitar a vice.
Entre na conversa da comunidade