- Marina Silva reafirmou a pré-candidatura ao Senado por São Paulo; a composição do palanque de Haddad e Lula ainda não está definida.
- Além de Marina, são cogitados para as duas vagas Simone Tebet e Márcio França, ambos do PSB.
- Lula parece ter preferência por Marina e Tebet; Marina pode ajudar na capital e na região metropolitana, enquanto Tebet atuaria mais no interior.
- A federação Rede-PSOL já está posicionada como base de apoio, defendendo representação na chapa majoritária.
- A vaga de vice-governador tende a ficar com o PSB, abrindo espaço para Marina no Senado; França teria negado ser vice de Haddad, visando mandato a partir de 2027.
Marina Silva reafirmou, nesta quinta-feira (11), que é pré-candidata ao Senado por São Paulo. A declaração ocorreu em entrevista à CNN Brasil. A deputada ressaltou a importância da federação Rede-PSOL para sustentar Lula no estado.
A chapa ainda não está definida. Além de Marina, aparecem na lista de possibilidades os nomes de Simone Tebet e Márcio França, ambos do PSB, para as duas vagas em disputa neste ano. Haddad e Lula não fecharam a composição.
Marina disse que a expectativa é finalizar o quanto antes a chapa de duas vagas. O objetivo é construir um palanque forte para a campanha de Lula no estado, com apoio também à candidatura de Haddad ao governo.
Embora haja indefinição, Lula tem demonstrado preferência por Marina e Tebet, segundo fontes da CNN Brasil. A aposta é que Marina fortaleça a candidatura de Lula na capital e na região metropolitana, enquanto Tebet pode render melhor no interior.
Marina destacou que o time da federação Rede-PSOL já está colocado, defendendo que o PSOL tem seis deputados federais e já foi ao segundo turno no estado. A deputada reforçou a representatividade na chapa majoritária.
A possibilidade de vice-governador na chapa de Haddad ficar com o PSB abriria espaço para Marina no Senado. Segundo pessoas próximas, França negou o pedido de Lula para ser vice, visando manter mandato a partir de 2027.
França participou de conversas com Lula no final de maio e pode desistir da candidatura a depender de uma oferta futura caso Lula seja eleito e Haddad não seja governador. A situação ainda está em definição.
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