- Lula afirmou que a população de baixa renda ainda enfrenta dificuldades para acessar direitos e políticas públicas no Brasil, durante cerimônia no Palácio do Planalto.
- O presidente anunciou a seleção de 85 mil novas unidades do programa Minha Casa, Minha Vida.
- Ele pediu fim da burocracia estatal, mais atendimento acolhedor nos bancos públicos e maior participação de movimentos sociais na fiscalização.
- Disse que o governo busca ampliar o acesso ao crédito para trabalhadores de baixa renda, citando linhas de financiamento para categorias historicamente com dificuldade de obter empréstimos, e que Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil devem atuar de forma menos burocrática.
- Lula destacou que decisões governamentais costumam atrasar por entraves administrativos e disputas judiciais, e convocou beneficiários e lideranças a fiscalizarem a implementação das medidas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta sexta-feira (12/6), que a população de baixa renda ainda enfrenta dificuldades para acessar direitos e políticas públicas. O discurso ocorreu durante a cerimônia de seleção de 85 mil novas unidades do programa Minha Casa Minha Vida, no Palácio do Planalto.
Ele criticou a burocracia estatal e pediu mudanças no atendimento de bancos públicos. Lula destacou a necessidade de ampliar o acesso ao crédito para trabalhadores de baixa renda, citando linhas de financiamento criadas para facilitar empréstimos a quem historicamente encontra entraves.
O chefe do Executivo afirmou que instituições como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil devem atuar com mais acolhimento e menos burocracia. Também ressaltou que decisões governamentais costumam sofrer atrasos por entraves administrativos e disputas judiciais.
Cobrança ao governo
Lula ressaltou a importância da participação popular para a efetividade das políticas públicas. Ele convocou movimentos sociais, lideranças comunitárias e beneficiários a acompanhar a implementação das medidas anunciadas e a fiscalizar, de forma constante, a execução das ações.
Segundo o presidente, cobrar resultados não é incômodo, mas ferramenta para assegurar o cumprimento dos compromissos com a população. A ideia é garantir que os benefícios cheguem efetivamente aos mais necessitados.
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