- As forças de segurança do Distrito Federal vão aplicar um pacote de medidas durante os jogos da Copa do Mundo, com foco especial nas distribuidoras de bebidas.
- Distribuidoras são consideradas pontos sensíveis e devem seguir horário de funcionamento: abrir às seis da manhã e fechar às zero hora, para reduzir violência.
- O secretário Alexandre Patury diz que locais que funcionam além da zero hora podem favorecer homicídios, lesões e tráfico; tecnologia, como câmeras e radares, será usada para monitorar aglomerações.
- Há relatos de distribuidoras camufladas como bares para funcionar após a meia-noite; uma portaria, publicada em março do ano passado, regulamenta esse horário no Distrito Federal.
- Dados da Segurança Pública apontam correlação entre funcionamento prolongado e aumento de ocorrências, como violência, tráfico, perturbação da ordem e acidentes.
As forças de segurança do Distrito Federal vão adotar um conjunto de medidas para os dias de jogos da Copa do Mundo, com foco especial nas distribuidoras de bebidas. A ação busca reduzir riscos de violência em horário de funcionamento ampliado durante o evento.
Segundo o secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, essas distribuidoras são pontos sensíveis que exigem vigilância reforçada. Mesmo com regras de horário, há camadas de atuação para evitar distorções no funcionamento.
O Brasil estreia na Copa às 19h deste sábado, dia 13 de agosto, diante da Seleção do Marrocos. A tendência é que bares consolide a prática de acompanhar as partidas, o que pode levar estabelecimentos a funcionarem após 0h, quando funcionam como bares.
De acordo com orientações da Secretaria, as distribuidoras devem abrir às 6h e fechar às 0h, em áreas comerciais, mistas e residenciais. A medida se baseia em estudos que associam horários a menores índices de violência noturna.
Patury detalhou que a segurança será apoiada por ferramentas tecnológicas. Câmeras, radares de placas e monitoramento de celulares ativos ajudam a detectar aglomerações e intensidade de movimento, permitindo acionamento rápido das ações de proteção.
Ainda segundo o secretário, há distribuidoras que operam como bares para contornar o horário permitido. Ele alerta que o desrespeito pode levar a conflitos graves, incluindo homicídios, lesões e tráfico de drogas, com base em evidências presentes nos relatórios da SSP-DF.
A portaria de 2025 cita que a permanência de distribuidoras em funcionamento além do permitido está associada a aumento de ocorrências, como violência urbana e perturbação da ordem pública. As ações visam evitar situações que coloquem vidas em risco.
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