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Volta da atenção aos Republicanos sinaliza nova etapa política

Se não perder nenhuma batalha, Republicanos pode iniciar 2027 governando São Paulo e Minas Gerais, consequência da federação com Progressistas (PP) e União Brasil

Por volta de 2023, quando Progressistas (PP) e União Brasil intensificaram o diálogo para criar a federação que, dois anos depois, se tornaria a maior força política do país, tentaram, à exaustão, atrair o Republicanos. Em conversas privadas, o presidente da legenda, deputado Marcos Pereira (SP), explicava a interlocutores que no jogo do poder, é melhor ser “cabeça de sardinha do que rabo de baleia”.
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  • Em 2023, Progressistas (PP) e União Brasil passaram a dialogar para formar uma federação que, dois anos depois, seria a maior força política do país.
  • O objetivo era atrair o Republicanos, segundo relatos de conversas privadas envolvendo lideranças do PP.
  • O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, afirmou que, no jogo do poder, é melhor ser “cabeça de sardinha do que rabo de baleia”.
  • O texto aponta que, se não houver derrotas políticas, o partido pode começar 2027 governando os estados mais ricos do país: São Paulo e Minas Gerais.

O Republicanos pode enfrentar uma fase decisiva, segundo análises políticas. A pauta central é a perspectiva de que o partido alcance governo em dois estados-chave: São Paulo e Minas Gerais, até 2027. A leitura é de que a força eleitoral nacional passaria a sustentar esse objetivo.

Entre os protagonistas, destacam-se Progressistas (PP) e União Brasil, que sustentaram uma aproximação para formar uma federação, ideia que ganhou corpo ao longo de 2023. A coalizão, que se consolidaria dois anos depois, é apontada como a maior força política do país.

De acordo com interlocutores próximos ao Republicanos, o presidente da sigla, deputado Marcos Pereira, de São Paulo, defendia em conversas privadas que, no jogo do poder, aceitar ser uma liderança central poderia trazer vantagens estratégicas, mesmo que isso envolvesse reduzir a posição na hierarquia. A análise sugere que o movimento visava ampliar a capilaridade do partido no cenário federal e estadual.

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