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Vorcaro transfere US$ 30 milhões para Alcolumbre, diz revista

Veja aponta que Vorcaro transferiu US$ 30 milhões a Davi Alcolumbre, depositados em conta no exterior; senador nega e diz que informações são falsas

O valor equivale a aproximadamente R$153 milhões foram depositados em uma conta secreta no exterior; na imagem, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre
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  • A revista Veja informou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recebeu US$ 30 milhões do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, conforme reportagem de Robson Bonin.
  • O montante, cerca de US$ 30 milhões, equivaleria a aproximadamente R$ 153 milhões e teria sido depositado em uma conta secreta no exterior.
  • Segundo a Veja, a operação foi realizada por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, como pagamento pelo apoio a uma demanda de interesse do Master.
  • Alcolumbre afirmou que as informações são “absolutamente falsas” e disse que irá enfrentar as acusações com firmeza.
  • A defesa de Vorcaro chegou a apresentar duas propostas de delação, as quais foram rejeitadas pela Polícia Federal por faltar elementos de prova inéditos.

A revista Veja revelou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recebeu US$ 30 milhões de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. A transação, segundo a publicação, foi feita como pagamento pelo apoio a uma demanda de interesse do Master. O valor corresponde a cerca de R$ 153 milhões e teria ido parar em uma conta no exterior.

A matéria aponta que a transferência foi efetuada por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, e que o montante teria sido utilizado para apoiar a área de atuação do Master. Alcolumbre rebateu as informações, afirmando que são falsas e que irá buscar reparação judicial.

A reportagem também cita que Vorcaro teria conversado com autoridades sobre uma parceria envolvendo o PT da Bahia, iniciada em 2007, ligada ao programa Cesta do Povo, que oferecia descontos em folha de pagamento a servidores.

Esclarecimentos e desdobramentos

Dados apresentados envolvem ainda um fundo de pensão de servidores do Amapá que comprou títulos de ativos podres de um banco, com gestão ligada a um ex-tesoureiro da campanha de Alcolumbre. Casos semelhantes teriam atingido outros regimes previdenciários na Bahia, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

A assessoria de Alcolumbre negou veementemente a ocorrência de qualquer recebimento de valores, no Brasil ou no exterior, e afirmou que a posição será judicialmente enfrentada para estabelecer a verdade dos fatos.

O Poder360 procurou informações junto a Rui Costa e Jaques Wagner para eventuais manifestações, sem retorno até o fechamento deste texto. Também houve contato com a defesa de Vorcaro, sem resposta até o momento. O texto será atualizado conforme novas informações.

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