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Condenação de prefeito mantida por ligação do chefe de gabinete de Lula ao PCC

Relator no TRE-SP defende confirmação da condenação de seis meses e vinte e cinco dias de detenção, em regime aberto, por difamação envolvendo Marcola

Taka Yamauchi, prefeito de Diadema (SP)
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  • O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo pode confirmar a condenação do prefeito de Diadema, Taka Yamauchi (MDB), por ligar o chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, ao PCC, mantendo pena de seis meses e 25 dias de detenção, em regime aberto, e multa, conforme o voto do relator Claudio Pereira.
  • O julgamento foi suspenso no dia 11, logo após o voto do relator, pela juíza Maria Cláudia Bedotti, que pediu mais tempo para análise.
  • Em dezembro, o TRE já havia condenado o prefeito por ofensas à honra e à dignidade do chefe de gabinete da Presidência, vinculando-o a Marcola, líder do PCC, durante debate eleitoral. Yamauchi também teria insinuado repasse de verba irregular.
  • A prefeitura foi procurada pela reportagem, mas não respondeu.
  • A decisão atual segue a linha de manter a condenação e a pena, com a possibilidade de chamada para segunda instância, dependendo da continuação do julgamento.

O TRE de São Paulo mantém a força da condenação do prefeito de Diadema, Taka Yamauchi (MDB), por associar o chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ao PCC. A defesa busca a confirmação da pena em segunda instância.

O relator, juiz Claudio Pereira, defendeu a manutenção da pena de seis meses e 25 dias de detenção, em regime aberto, além de uma multa. A prefeitura não se pronunciou sobre o andamento do processo.

O julgamento foi interrompido na quinta-feira, 11, logo após o voto do relator, pela juíza Maria Cláudia Bedotti, que solicitou mais tempo para análise. A acusação envolve difamação e ataque à honra do chefe de gabinete da Presidência, segundo a decisão.

Segundo a decisão, Yamauchi afirmou during debate eleitoral de 2024 que Marcola lidera o PCC, insinuando envio irregular de verba para Diadema. A acusação sustenta que o prefeito ofendeu a dignidade da autoridade, vinculando-a a organização criminosa amplamente conhecida.

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