- Lula tem 49% das intenções de voto no segundo turno contra 43% de Flávio Bolsonaro, diferença de seis pontos, acima da margem de erro de dois pontos.
- No primeiro turno, Lula aparece com 42% e Flávio Bolsonaro com 33%; outros dois chegam a 4% (Caiado) e 4% (Renan Santos), respectivamente, com 2% para Romeu Zema, Joaquim Barbosa e Augusto Cury.
- Aprovação do governo é de 48% vs 47% de desaprovação, a primeira vez que aprovação supera desaprovação na série histórica.
- Rejeição a Flávio Bolsonaro atinge 52%; Lula tem 47% de rejeição; Lula lidera em todos os cenários de segundo turno testados pela pesquisa.
- Entre quem poderia votar, Lula soma 52% e Flávio 45%; 40% dos entrevistados preferem que Lula permaneça por mais quatro anos na presidência, 31% preferem Flávio ou candidato apoiado por Bolsonaro.
O BTG Pactual-Nexus divulgou nesta segunda-feira (15) um levantamento sobre intenções de voto no Brasil. No cenário de segundo turno, Lula aparece com 49% das preferências, contra 43% de Flávio Bolsonaro. A diferença amplia a vantagem do presidente em relação ao principal adversário, e a margem supera a estimativa de erro, de dois pontos.
A pesquisa aponta ainda o desempenho de Lula em cenários de primeiro turno, com 42% ante 33% de Flávio Bolsonaro. Outros candidatos aparecem com maior representatividade distante: Caiado e Renan Santos com 4% cada, Zema, Barbosa e Augusto Cury com 2%.
Cenário de primeiro turno
Segundo o levantamento, novas simulações com adversários mostram Lula com 49% contra 39% de Zema, e 48% contra 39% de Caiado. Quando testado contra Renan Santos, Lula soma 49% a 36%.
Aprovação do governo melhora
A sondagem aponta que 48% aprovam a atuação do governo federal, enquanto 47% desaprovam. Em maio, a diferença era negativa para o Executivo. O conjunto de avaliações aponta 17% como ótima, 21% boa, 21% regular e 41% ruim ou péssima.
Rejeição a Flávio Bolsonaro atinge recorde
A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro atinge 52%, o maior índice da série histórica. Lula, por sua vez, registra 47% de rejeição. Entre os que poderiam votar no presidente, ele soma 52%; Flávio fica com 45%.
Repercussão das tarifas americanas
A pesquisa também questionou o impacto de medidas dos EUA após reunião de Flávio Bolsonaro com Donald Trump. 68% disseram ter tomado conhecimento das classificações de PCC e CV como organizações terroristas, bem como das tarifas aplicadas a produtos brasileiros.
Sobre a responsabilidade pela tarifa, 42% apontaram Flávio Bolsonaro pela decisão, e 39% atribuíram a Bolsonaro uma relação entre o governo americano e o Brasil. Em relação à classificação das facções, 37% entendem que pode abrir espaço para interferência dos EUA no Brasil, enquanto 30% avaliam que a medida pode aumentar a segurança, sem afetar a soberania nacional.
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