- Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás e pré-candidato pelo PSD, disse que eleitores devem avaliar quais candidatos têm condições de derrotar Lula no segundo turno.
- Em participação no Veja Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo, ele criticou a polarização e pediu foco em propostas para educação, segurança pública e desenvolvimento econômico.
- O político afirmou que a polarização é um ciclo vicioso que atrasa o país e impede debates de conteúdo.
- Caiado ressaltou seu histórico, afirmando que nunca esteve envolvido em negociação, corrupção, propina ou enriquecimento ilícito.
- A ideia é escolher candidatos capazes de enfrentar Lula no segundo turno e governar com resultados concretos.
O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), defendeu que os eleitores avaliem quais candidaturas têm condições de enfrentar Lula no eventual segundo turno. A afirmação foi feita durante o Veja Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo, na segunda-feira, 15 de junho de 2026.
Caiado criticou a polarização política e disse que o Brasil precisa debater propostas para educação, segurança pública e desenvolvimento econômico. Segundo ele, temas relevantes costumam ficar em segundo plano diante dos embates entre campos antagônicos.
O ex-governador disse que o ciclo de polarização atrasa o país, alimentando-se de si mesmo. Ele ressaltou que não se discute conteúdo apenas de forma ideológica, o que, na visão dele, impede avanços em áreas como educação e produtividade.
Ao defender sua candidatura, Caiado lembrou a trajetória política e afirmou que não há histórico de envolvimento em corrupção ou enriquecimento ilícito. Segundo ele, a credibilidade se baseia em resultados de gestão e integridade pessoal.
Sobre a disputa presidencial, Caiado ressaltou a necessidade de escolher candidatos capazes de apresentar propostas consistentes e procedimentos de gestão que tragam resultados ao cidadão. Governar, na visão dele, é entregar soluções concretas.
O ex-governador enfatizou que o debate eleitoral deve privilegiar propostas e soluções para problemas nacionais, distinguindo-se de disputas exclusivamente ideológicas entre grupos políticos.
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