- Nesta segunda-feira, 15 de junho de 2026, trabalhadores da Rádio e TV Justiça e da Comunicação Institucional do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciaram greve que paralisou a programação.
- A paralisação, com adesão acima de noventa por cento, ocorreu por atraso de salários e dívidas trabalhistas com a empresa terceirizada Fundac (Fundação para o Desenvolvimento das Artes e da Comunicação).
- Com a paralisação, as transmissões ao vivo ficaram suspensas; a TV Justiça reprisou o julgamento dos embargos do Marco Civil da Internet, e a Rádio Justiça manteve a programação com músicas.
- Na quinta-feira anterior, o STF apresentou multas aplicadas à Fundac para punir o descumprimento de benefícios; a Corte afirmou que pagaria diretamente o montante devido aos trabalhadores por posto de trabalho.
- Para trabalhadores contratados por demanda, o STF fará levantamento de notas fiscais pendentes e destinaria recursos para verbas rescisórias; sindicatos pedem garantias reais, incluindo depósitos do FGTS.
Na segunda-feira, 15 de junho de 2026, trabalhadores terceirizados da Rádio e TV Justiça, e setores da Comunicação Institucional do STF, iniciaram uma greve que paralisou a programação das emissoras. O motivo é o atraso no pagamento de salários e outras dívidas trabalhistas. A paralisação afeta transmissão de conteúdo ao vivo.
Segundo o Sindicato dos Jornalistas do DF e o Sindicato dos Radialistas, a adesão supera 90%. Em razão disso, as transmissões ao vivo ficaram suspensas e as equipes entraram em greve para cobrar regularização. A paralisação é parcialmente sentido pela ausência de cobertura ao vivo.
Na manhã de hoje, a TV Justiça reprimiu o julgamento dos embargos do Marco Civil da Internet mediante reprise. A Rádio Justiça manteve a playlist com músicas, sem desenhos de transmissão ao vivo. A decisão de levar a greve adiante já era anunciada pelos trabalhadores.
Medidas e próximos passos
O STF informou às equipes que multas foram aplicadas à Fundac, a empresa responsável pela terceirização. As sanções seriam destinadas a incentivar o pagamento dos débitos aos trabalhadores. A corte também informou que vai pagar diretamente o montante devido.
Para os contratados por demanda de produtos, o STF fará um levantamento das notas fiscais pendentes e dos valores devidos a cada profissional. Os recursos levantados devem ser destinados ao pagamento de verbas rescisórias.
Os sindicatos afirmam que apenas as multas não resolvem a situação. Eles cobram garantias fortes de quitação dos débitos trabalhistas, incluindo depósitos do FGTS não realizados. A situação permanece em negociação entre as partes.
Entre na conversa da comunidade