- O Departamento de Justiça pediu a rejeição da ação da NAACP contra a xAI, argumentando que a empresa é vital para operações de segurança nacional, incluindo a guerra contra o Irã.
- O DOJ afirma que há apenas quatro modelos de IA que apoiam operações em redes classificadas, entre eles o Grok, e que o modelo Gov da Grok sustenta missões de segurança nacional.
- Segundo uma declaração, impedir o funcionamento das turbinas a gás que alimentam o Colossus 2 colocaria em risco interesses de segurança nacional.
- A xAI, ligada à SpaceX, ganhou notoriedade em 2024 por operarem turbinas sem permissão em seu data center de Memphis, levantando preocupações ambientais locais.
- De 27 para 57 turbinas sem permissão até meados de maio, o Colossus 2 teve aumentos significativos nas emissões de NOx (111%), PM2,5 (83%) e formaldeído (88%).
O Departamento de Justiça sustenta que a xAI é vital para a segurança nacional, buscando a rejeição de processo movido pela NAACP contra a empresa. A argumentação envolve o uso de modelos de IA em operações classificadas e ataques recentes contra o Irã, conforme memorando do DOJ e declaração do secretário de Defesa sobre o modelo Grok Gov.
Segundo o DOJ, existem apenas quatro modelos de IA que dão suporte a operações de alto nível em redes classificadas, incluindo Grok. A defesa afirma que interromper as turbinas a gás da Colossus 2 colocaria em risco missões de segurança nacional.
xAI, que integra a SpaceX, ficou sob escrutínio em 2024 por turbinas sem licença no seu primeiro site de data center, na região de Memphis. Autoridades estaduais de Tennessee e Mississippi afirmam que a empresa pode operar sem autorizações por um ano, argumento contestado pela NAACP com base em normas da EPA.
Ocorrência e evidências em torno de Colossus 2
A ação da NAACP apontava inicialmente 27 turbinas sem permissão em Southaven. Documentos obtidos pela SELC, parceira da NAACP, mostram que, até meados de maio, havia 57 turbinas sem licença no Colossus 2, com várias instaladas após o início do processo.
A ampliação das turbinas elevou emissões no local: a SELC aponta aumento de 111% em NOx, 83% em PM2,5 e 88% em formaldeído desde abril, segundo as trocas de e-mails entre xAI e reguladores estaduais. A defesa afirma que as informações refletem ajustes operacionais na operação.
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