- Eduardo Bolsonaro afirma que articulações com líderes estrangeiros beneficiam a pré-campanha de Flávio Bolsonaro e nega atrapalhar o projeto do irmão.
- Ele diz ter ampliado a interlocução internacional e cita encontros com Benjamin Netanyahu, Hamad bin Isa Al Khalifa, Donald Trump, Javier Milei e José Antonio Kast, atribuídos a ele.
- O ex-deputado sustenta que sua atuação fortalece a rede de apoios internacionais da eventual candidatura de Flávio.
- A fala ocorreu após a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal condená-lo a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto, ao pagamento de cinquenta dias-multa, à perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e à inelegibilidade por oito anos, por tentar interferir no julgamento em que o pai, Jair Bolsonaro, foi condenado.
- A decisão foi anunciada nesta terça-feira, 16 de junho.
Eduardo Bolsonaro afirmou que não prejudica a pré-campanha do irmão, Flávio Bolsonaro, ao Planalto. Em entrevista ao Metrópoles, ele negou desgaste ao projeto eleitoral.
Segundo o ex-deputado, sua atuação tem ampliado a interlocução internacional de Flávio. Disse que os encontros geram benefícios para a campanha.
Ele citou encontros de Flávio com líderes estrangeiros, destacando contatos com Benjamin Netanyahu, Hamad bin Isa Al Khalifa, Donald Trump, Javier Milei e José Antonio Kast, todos promovidos por meio dele.
STF e desdobramentos
Na mesma terça-feira, a Primeira Turma do STF informou a decisão de condenação de Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto, além de 50 dias-multa.
A corte também determinou a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e inelegibilidade por oito anos, por ter tentado interferir no julgamento em que o pai, Jair Bolsonaro, foi condenado por tentativa de golpe.
A decisão foi anunciada como parte de processo relacionado a tentativas de interferência no andamento de ações envolvendo o pai.
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