- Joana Mourão, irmã do falecido Luiz Phillipi, o “Sicário”, ameaçou vazar arquivos confidenciais que poderiam prejudicar a família Vorcaro, proprietária do Banco Master.
- O Sicário foi preso em quatro de março de 2026, durante a Operação Compliance Zero, e, no mesmo dia, tentou tirar a própria vida na cela da Polícia Federal em Minas Gerais.
- Joana passou por dificuldades financeiras após a morte do irmão e acionou intermediários para quitar dívidas urgentes, incluindo uma conta de R$ 40 mil.
- O pai de Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro, recorreu ao braço direito no Rio de Janeiro, Manoel Mendes Rodrigues, o “Manolo”, para resolver a situação, grupo ligado ao jogo do bicho conhecido por cobranças e pressão.
- Em final de abril de 2026, Manolo informou à mãe de Joana sobre a transferência de contratos de ativos para tentar silenciar a família; o STF liberou julgamento das prisões do pai e do primo do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, com os processos na pauta da Segunda Turma.
Relatórios da Polícia Federal ao STF apontam um esquema de pressão e tentativa de compra de silêncio envolvendo a família de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Joana Mourão, irmã do criminoso falecido Luiz Phillipi, ameaçou vazar arquivos confidenciais que poderiam atingir a reputação da família Vorcaro.
Sicário foi preso em 4 de março de 2026, durante a Operação Compliance Zero. Na mesma data, ele tentou tirar a própria vida dentro da cela na Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais.
Joana recorria a intermediários para quitar dívidas urgentes, incluindo uma conta de aproximadamente R$ 40 mil. A PF aponta que Manoel Mendes Rodrigues, conhecido como Manolo, era o braço direito do pai de Daniel no Rio de Janeiro e chefiava a Turma, grupo ligado ao jogo do bicho responsável por cobranças e pressão.
Desdobramentos com atuação de Manolo
No final de abril de 2026, Manolo teria se reunido com a mãe de Joana e oferecido a transferência de contratos de ativos para silenciar a família Vorcaro, segundo as investigações.
Sigilos e pautas no STF
Mais cedo, o relator dos inquéritos no STF, ministro André Mendonça, retirou o sigilo dos processos após Gilmar Mendes liberar o julgamento das prisões do pai e do primo de Daniel Vorcaro. Os casos passaram à pauta da Segunda Turma do STF.
Prorrogação de análise no STF
A Segunda Turma, formada por Gilmar Mendes, André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques, manterá a análise presencial das ações relacionadas aos desdobramentos do caso Master. A data de julgamento ocorreu nesta terça-feira.
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