- Polícia Civil do Distrito Federal apreendeu arma de fogo do ex-presidente Jair Bolsonaro durante blitz em Taguatinga, no norte de Brasília.
- Sargento Estácio Leite da Silva Filho, do Gabinete de Segurança Institucional, conduzia veículo oficial e disse levar a arma para reparos; carregador foi localizado no veículo.
- Militar declarou porte autorizado, foi conduzido à delegacia por portar arma sem certificado de registro (CRAF) e, após esclarecimentos, foi liberado.
- Casos foram comunicados ao ministro Alexandre de Moraes, que determinou que a defesa de Bolsonaro se manifeste em até 24 horas, com esclarecimentos sobre a razão de a arma permanecer em casa e por que houve solicitação de reparo perto do fim do período de prisão domiciliar humanitária.
- Moraes pediu explicações à defesa de Bolsonaro e à equipe responsável pelas revistas de acesso à residência.
Oito. Moraes solicita explicações sobre arma apreendida. A Polícia Civil do Distrito Federal apreendeu uma pistola de uso do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. A ocorrência ocorreu durante blitz em Taguatinga, no norte de Brasília, nesta segunda-feira.
O sargento Estácio Leite da Silva Filho, do Gabinete de Segurança Institucional, estava em um veículo oficial da Presidência quando foi parado pelos agentes. A arma foi localizada e o policial alegou porte autorizado para o GSI. Um carregador sobressalente também foi encontrado.
A pistola ficou sob custódia da autoridade policial após o registro de porte sem certificado, o CRAF. O militar foi encaminhado à delegacia, prestou esclarecimentos e, em seguida, foi liberado. Moraes pediu esclarecimentos à defesa de Bolsonaro em 24 horas.
Pedido de esclarecimentos do STF
A decisão de Moraes exige que a defesa do ex-presidente se manifeste, incluindo a razão de manter a arma em casa e o motivo do reparo solicitado poucas semanas antes do término do período de prisão domiciliar humanitária.
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