- Protesto antissemita em Goiânia ocorreu em frente a um evento educativo com o Major Rafael Rozenszajn, porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF) em língua portuguesa.
- Manifestantes exibiram suásticas, queimaram bandeiras de Israel e dos Estados Unidos e tentaram impedir a palestra.
- A ação aconteceu na noite de segunda-feira, 15, causando mal-estar entre os presentes.
- Rozenszajn conseguiu conduzir a apresentação, destacando-se como figura relevante no Brasil e sendo convidado por emissoras como CNN Brasil, GloboNews, Jovem Pan, Record News e BandNews.
- Márcia Kelner, responsável pela vinda do Major, afirmou que a palestra transcorreu com excelência mesmo diante das adversidades.
Na noite desta segunda-feira (15), um protesto de cunho antissemita ocorreu em Goiânia, em frente a um evento educativo que contou com a presença do Major Rafael Rozenszajn, porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF) em língua portuguesa. O ato reuniu manifestantes que manifestaram hostilidade contra o palestrante.
A movimentação avançou para o interior do local, gerando mal-estar entre os presentes. Durante a聚ida, bandeiras com suásticas foram exibidas, e bandeiras dos Estados Unidos e de Israel foram queimadas. Os manifestantes tentaram impedir a realização da palestra, sem sucesso, segundo relatos.
O Major Rozenszajn manteve a apresentação com continuidade, destacando a relevância do tema para o debate público. Márcia Kelner, responsável pela vinda do Major ao Brasil, afirmou que a palestra transcorreu com tranquilidade apesar das adversidades. O evento contou com cobertura de veículos de imprensa e avaliação de diferentes públicos.
Desdobramentos
Fontes citadas indicam que o Brasil participa de debates internacionais sobre Israel, com parcela relevante da população apoiando o país. O episódio em Goiânia acrescenta a pauta de intolerância a discussões institucionais sobre o tema, segundo observadores.
A reportagem não identifica números oficiais de participantes do protesto nem de presentes na palestra. Não houve registro de feridos até o fechamento desta edição, conforme apuração preliminar. As fontes citadas incluem Webjudaica e Márcia Kelner.
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