- Eduardo Bolsonaro será julgado pela Primeira Turma do STF por crime de coação no curso do processo relacionado à condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.
- A PGR afirma que o ex-deputado atuou de forma eficaz para intervir no processo, buscando sanções dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras.
- A denúncia cita ajuda de integrantes do governo norte-americano e de Donald Trump, incluindo pedidos de sanções que prejudicariam o Brasil.
- Paulo Figueiredo também foi indiciado pelo mesmo crime; a PGR aponta ações que incluíram suspensão de vistos de oito ministros do STF e sanções econômicas do “tarifaço” de agosto de 2025.
- A sessão está marcada para começar às 14h; a defesa de Eduardo será conduzida pela Defensoria Pública da União, pois ele ignorou a tramitação da ação.
Eduardo Bolsonaro será julgado pela Primeira Turma do STF nesta terça-feira (16), em Brasília. O ex-deputado responde por coação no curso do processo que condenou Jair Bolsonaro por tentativa de golpe. O julgamento ocorre no STF, às 14h, com a defesa da DPU.
A Procuradoria-Geral da República sustenta que Eduardo articulou ações para intervir no processo penal. A denúncia aponta ligação com autoridades dos Estados Unidos e com o então presidente Donald Trump, visando sanções contra autoridades brasileiras.
Entre as consequências citadas, a PGR cita suspensão de vistos de oito ministros do STF e medidas ligadas ao chamado tarifaço de agosto de 2025. A Lei Magnitsky também aparece como referência na alegação contra Moraes, segundo o relatório.
Além de Eduardo, o jornalista Paulo Figueiredo também foi indiciado pelo mesmo crime. A PGR afirma que os denunciados teriam ameaçado autoridades com a promessa de sanções para influenciar o andamento do processo.
Julgamento no STF
A sessão será realizada pela Primeira Turma, que hoje conta com Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Eduardo manterá defesa conduzida pela DPU, pela sua tramitação não ter seguido os ritos normais.
Entre na conversa da comunidade