- O tarifaço de Donald Trump no ano passado tirou a impopularidade de Lula, gerando uma recuperação de imagem por três meses.
- Entre julho e outubro, Lula apareceu com uma reação nacionalista a uma ameaça externa.
- A família Bolsonaro atuou como articuladora e chegou a se beneficiar da intervenção estrangeira naquele contexto.
- Ao contrário do que ocorreu em 2025, Lula não viu ganho nas pesquisas com a ofensiva americana atual.
O tarifaço promovido pelo presidente americano Donald Trump no ano passado não provocou a mesma reação prevista no Brasil. A medida não conseguiu manter a alta de popularidade de Lula, segundo leitura de pesquisas.
Na conclusão de 2025, Lula havia experimentado três meses de recuperação de apoio público. Entre julho e outubro, o ministro de governo assumiu o papel de símbolo de resistência a uma suposta ameaça externa.
Quem participa: Lula, articuladores da agenda nacionalista no Brasil, e a base política associada à família Bolsonaro foram citados como elementos centrais no cenário de resposta à intervenção estrangeira.
Quando e onde ocorreu: o efeito ocorreu entre julho e outubro de 2025, em território brasileiro, em meio a um contexto de tensão entre políticas externas dos EUA e a política interna brasileira.
Por quê: a estratégia de resposta nacionalista foi apresentada como tentativa de conter impactos da intervenção estrangeira no cenário macroeconômico e político brasileiro, segundo análises do período.
Impacto na popularidade
A leitura de pesquisas aponta que, diferentemente do passado, o recuo de Lula não foi impulsionado pela ofensiva externa, mantendo o panorama de força política sob avaliação no governo.
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