- Ronaldo Caiado (PSD) afirma que o aumento do eleitorado indeciso pode decidir a derrota de Lula no 2º turno.
- Segundo ele, eleitores que deixaram Flávio Bolsonaro migraram para independentes ou indecisos, não diretamente para outros nomes da oposição.
- O ex-governador diz que é essa parcela flutuante que definirá a eleição e que é preciso mostrar quem tem melhor perfil de gestão para vencer no 2º turno.
- Ao comentar críticas a Flávio Bolsonaro, Caiado diz que apenas reagiu a dados de pesquisa e que não houve ataque, tratando-se de uma leitura estatística.
- Caiado mantém cautela quanto a alianças no 2º turno, pedindo paciência com o calendário eleitoral e sinalizando que só haverá definição após o 4 de outubro.
Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás, afirmou nesta quarta-feira que o aumento do eleitorado indeciso pode definir o eventual 2º turno contra Lula. Em Brasília, ele analisou pesquisas recentes e o cenário político.
Segundo o assumption dele, eleitores que deixaram de apoiar Flávio Bolsonaro migraram para o grupo de independentes ou indefinidos, não para outros nomes da oposição. Essa parcela flutuante pode alinhar a vitória de quem conseguir consolidar uma terceira via.
Caiado destacou que essa camada de eleitores terá peso decisivo e que o próximo passo é apresentar aos indecisos um conjunto de propostas e experiência de gestão que justifique o voto no 2º turno. A leitura é de que a eleição depende dessa parcela.
Cenário nas pesquisas
Ao falar sobre críticas ao desempenho de Flávio Bolsonaro, o ex-governador deixou claro que sua fala não foi ataque, mas leitura estatística dos números. Ele mencionou queda de apoio e aumento de rejeição conforme dados avaliados.
O aliado da chamada 3ª via também afirmou que a oposição precisa de um nome competitivo capaz de impedir o que considera um favoritismo de Lula no segundo turno. A ideia é encontrar um candidato que não aceite os moldes do governo atual.
Posicionamento para o 2º turno
Sobre manter apoio a Flávio Bolsonaro em eventual confronto com Lula, Caiado disse que ainda não há definição e que é preciso aguardar o desfecho das eleições, mantendo cautela. O calendário eleitoral deve orientar as decisões da oposição.
Entre na conversa da comunidade