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Pacheco critica ataques eleitorais ao STF como populistas

Pacheco critica ataques eleitorais ao STF como oportunistas e pobres, destaca papel da Corte na pandemia e no 8 de Janeiro e defende limites para decisões monocráticas

Pacheco durante evento em Roma, em outubro de 2024
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  • O senador Rodrigo Pacheco criticou ataques ao Supremo Tribunal Federal usados como palanque eleitoral, chamando o discurso de oportunista e muito pobre, durante o 7º Brasília Summit.
  • Ele afirmou que, no momento eleitoral, esse tipo de discurso populista eleva o STF como alvo e é uma prática politiqueira.
  • Pacheco destacou o papel do STF durante a pandemia de covid-19 e após os ataques aos prédios dos Três Poderes em 8 de janeiro, dizendo que o tribunal foi importante para o Brasil em momentos difíceis.
  • O senador defendeu que críticas e divergências técnicas são naturais no jogo democrático, citando seu apoio a pautas que limitam decisões monocráticas do tribunal e a criação de mandatos fixos para ministros (proposta de emenda à Constituição).
  • Ele ressaltou que o que não faz parte são agressões infundadas contra o STF.

O ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, criticou nesta quarta-feira ataques políticos ao Supremo Tribunal Federal como palanque eleitoral. Ele classificou o discurso como oportunista e populista.

Durante participação no 7º Brasília Summit, promovido pelo Lide, o senador declarou que o STF exerceu papel central na condução da pandemia de covid-19 e após os ataques às sedes dos Três Poderes no 8 de Janeiro.

Pacheco ressaltou que críticas técnicas fazem parte do jogo democrático e citou exemplos de apoio a propostas de reforma do tribunal. Entre elas, a PEC que busca limitar decisões monocráticas e a proposta de mandatos fixos para os ministros.

O senador declarou que o que não compõe o processo político são as agressões infundadas contra o STF. Ele reforçou a importância de manter o diálogo institucional, mesmo ao defender mudanças no funcionamento da Corte.

Posições sobre o funcionamento do STF e propostas

Pacheco defende que divergências técnicas devam gerar debate público, sem abrir espaço para ataques pessoais. Ele destacou que críticas públicas podem contribuir para aprimoramento institucional, dentro do Estado de direito.

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