- A PCDF instaurou inquérito para apurar por que uma pistola registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro foi apreendida com um agente do Gabinete de Segurança Institucional durante uma abordagem da Polícia Militar do Distrito Federal.
- A investigação ficará a cargo da 17ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga Norte.
- A arma foi apreendida pela PMDF durante a operação que envolveu um integrante do GSI.
- A PCDF informou o andamento do caso ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, responsável pela execução penal do ex-presidente.
- Não foram divulgadas informações adicionais no momento.
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) instaurou um inquérito para apurar por que uma pistola registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro foi apreendida durante uma abordagem policial no Distrito Federal. A arma foi encontrada com um agente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
A investigação ficará a cargo da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte), segundo a PCDF. Não houve informações oficiais sobre as circunstâncias exatas da abordagem ou sobre a relação entre o agente do GSI e o equipamento apreendido.
A PCDF informou ao STF que o ministro Alexandre de Moraes, responsável pela execução penal do ex-presidente, foi comunicado sobre o andamento do caso. A apuração busca esclarecer a titularidade, o uso e a cadeia de custódia da arma apreendida.
Investigação em andamento
- O que aconteceu: arma registrada para Bolsonaro foi apreendida durante abordagem policial no DF.
- Quem está envolvido: a pistola, o ex-presidente Bolsonaro, um agente do GSI e a PCDF.
- Quando e onde: no Distrito Federal, em momento não especificado publicamente.
- Por quê: apuração sobre a razão da posse formal da arma pelo ex-presidente e a apreensão.
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