- O PL vê o Ceará como estratégico para as eleições de 2026 e pretende ampliar a presença no estado, buscando eleger seis deputados federais (hoje são três).
- O grupo vai apoiar candidaturas no Ceará no dia dez de julho e também deve lançar uma chapa ao Senado, segundo Rogério Marinho.
- O PL quer fortalecer palanques no Nordeste, com foco em estados que foram decisivos em 2022, como Ceará, Bahia e Pernambuco.
- O partido apresentará, em São Paulo, no dia dezoito de junho pela manhã, o plano de segurança pública da campanha de Flávio Bolsonaro; nos próximos quinze a vinte dias serão anunciadas novas propostas.
- Júlia Zanatta é cotada para vice, mas afirma não atuar para isso; a definição caberá a Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro, que devem decidir pela melhor chapa com base em mérito político.
O PL mantém Ceará como eixo estratégico para a sua atuação eleitoral em 2026. O objetivo é ampliar a presença no estado, com a projeção de eleger seis deputados federais, partindo de uma bancada atual de três parlamentares. A expectativa inclui ainda a candidatura ao Senado.
O anúncio foi feito pelo líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho, aliado de Flávio Bolsonaro, nesta terça-feira. O partido planeja reforçar palanques no Nordeste, com foco em Ceará, Bahia e Pernambuco, estados apontados como decisivos para o resultado nacional em 2022.
Plano de segurança da campanha de Flávio
Marinho confirmou a presença de Flávio Bolsonaro em evento em São Paulo na manhã de 18 de junho, para apresentação do plano de segurança pública do PL, voltado à campanha presidencial de 2026. O documento será lançado em meio a propostas ligadas à segurança pública.
O PL também prevê, nos próximos 15 a 20 dias, um novo conjunto de propostas voltadas a outra área temária da campanha, segundo o relato do senador. A intenção é manter um ritmo de lançamentos de propostas.
Deputada cotada para vice
A deputada Júlia Zanatta, do PL de Santa Catarina, é cotada para compor a chapa com Flávio Bolsonaro, após apoio público do ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Zanatta afirmou que não atua para viabilizar seu nome e que a definição da vice ficará a cargo de Flávio e Jair Bolsonaro.
Segundo Zanatta, a escolha deve considerar mérito político, destacando seu mandato como ativo e reconhecido. A parlamentar ressaltou que a decisão final deve respeitar critérios de mérito, sem privilegiar gênero.
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