- Defesa afirma ao STF que a arma registrada em nome de Bolsonaro foi inutilizada pela equipe de segurança devido aos possíveis efeitos colaterais de remédios psiquiátricos que ele toma.
- A retirada do percussor, uma das peças da pistola, foi feita sem o conhecimento do ex-presidente, segundo os advogados.
- Os advogados dizem que as medicações foram determinantes no episódio do rompimento da tornozeleira eletrônica, que motivou a prisão preventiva no ano passado.
- Bolsonaro percebeu recentemente que a pistola não funcionava e pediu a um de seus seguranças que buscasse conserto; esse segurança foi parado em blitz com a arma.
- A defesa afirma que, apesar da condenação no STF, não houve ordem para entregar as armas, e Bolsonaro não tem interesse em recuperar a pistola enquanto estiver preso.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro informou ao STF que a arma em nome dele apreendida em uma blitz foi inutilizada pela equipe de segurança. A justificativa envolve possíveis efeitos colaterais de remédios psiquiátricos que ele toma.
Segundo os advogados, a retirada do percussor, peça da pistola, ocorreu sem o conhecimento do paciente. Eles apontam que os medicamentos foram determinantes no episódio do rompimento da tornozeleira eletrônica, que levou à prisão preventiva no ano passado.
A defesa afirma que Bolsonaro percebeu recentemente a inoperância da pistola e solicitou o conserto a um segurança. A arma foi apreendida na blitz da segunda-feira, quando o policial parou o sujeito que a portava.
A entrega do armamento teve o objetivo de buscar auxílio para identificar a falha e realizar a manutenção necessária, dizem os advogados. Eles ressaltam que não houve ordem judicial para devolução do armamento.
Contexto jurídico
Os advogados destacam ainda que, apesar da condenação do STF, não houve ordem para a restituição das armas. Bolsonaro permanece preso, segundo o relato, e não tem interesse em reaver a pistola enquanto durar a prisão.
Entre na conversa da comunidade