- O presidente Donald Trump pediu atrasar a sabatina de Jay Clayton para o cargo de Diretor de Inteligência Nacional (DNI), citando frustração com a legislação de vigilância travada no Congresso.
- Clayton está previsto para depor no Capitólio na quarta-feira, às 14h00 EST.
- Trump afirmou nas redes sociais que atrasaria a sabatina até que a Lei de Vigilância de Informações Estrangeiras (FISA) seja renovada, a menos que o SAVE America Act seja incluído.
- O presidente do Comitê de Inteligência do Senado, Tom Cotton, disse que a sabatina seguirá conforme o previsto, a menos que o presidente peça para que Clayton não compareça ou retire a nomeação.
- Clayton atua atualmente como Procurador dos EUA para o Distrito Sul de Nova York; Bill Pulte assumiria o DNI interino até aprovação do substituto, enquanto Tulsi Gabbard deixará o cargo no final de junho.
O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu para adiar a sabatina de confirmação do novo diretor de Inteligência Nacional (DNI). A indicação é de Jay Clayton, ex-procurador do Distrito Sul de Nova York. O objetivo é assumir o posto de chefe da Inteligência, substituindo Tulsi Gabbard, cujo mandato termina no final de junho.
A sabatina está marcada para ocorrer na quarta-feira, às 14h [horário de Washington], no Capitólio. A decisão de adiar depende, segundo Trump, da aprovação de legislação de vigilância, com foco no Ato FISA e na inclusão da Save America Act. Trump afirmou que não apoiará o FISA sem a inclusão da nova lei de confirmação de identidade para voto.
Detalhes da indicação e cronograma
O presidente da Comissão de Inteligência do Senado, Tom Cotton, afirmou que a sabatina seguirá conforme agenda, a menos que o presidente ordene que Clayton não compareça ou retire a nomeação. Clayton atua atualmente como procurador dos EUA no Distrito Sul de Nova York.
Contexto político e desdobramentos
Caso Clayton não tenha apoio suficiente, o interino na posição de DNI seria Bill Pulte, designado por Trump até a conclusão do processo de confirmação. A nomeação de Clayton ocorre em meio a debates sobre a validade e o teor de leis de vigilância, tema que divide parlamentares entre defesa de segurança nacional e proteção às liberdades civis.
O próximo diretor de Inteligência substituirá Tulsi Gabbard, que comunicou a saída do cargo no final de junho. A tramitação da confirmação depende de apoio no Senado e da viabilidade de eventuais alterações legais mencionadas pelo presidente.
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