- O vereador Cabo Deyvison, do PL, foi baleado na perna durante uma live dentro de uma UPA em Mossoró, RN, onde também ocorreu a morte do assessor Alyson Dyego de Oliveira Morais.
- O ataque aconteceu na segunda-feira, dia 15 de junho, durante a transmissão ao vivo que denunciava supostas irregularidades na UPA.
- Em meio à transferência para um hospital, o vereador disse: “Vou honrar a sua morte”.
- O assessor morreu e Deyvison permanece internado em condição estável, segundo sua equipe.
- Na terça-feira, 16 de junho, foram presos em Beberibe, CE, os suspeitos José Antônio da Costa e Vinicius Gabriel da Silva Freitas; a Polícia Civil do RN investiga as circunstâncias do ataque.
Um ataque a tiros deixou morto o assessor Alyson Dyego de Oliveira Morais e ferido o vereador Cabo Deyvison, do PL, em Mossoró, no Rio Grande do Norte. A ocorrência ocorreu durante uma transmissão ao vivo dentro de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade nesta segunda-feira (15/6). O parlamentar foi alvejado na perna e, ao perceber a gravidade, foi transferido para um hospital da região. A gravação interrompeu-se com o estampido dos disparos.
Alyson Morais morreu no local; o ataque também deixou Cabo Deyvison ferido. A transmissão mostrava o vereador denunciando supostas irregularidades na UPA, quando os disparos ocorreram diante de dezenas de espectadores. A Polícia Civil do RN apura as circunstâncias do atentado e as motivações do crime.
Prisões e investigação
Na terça-feira (16/6), dois homens foram detidos em Beberibe, no Ceará, a cerca de 160 km do local do crime. Identificados como José Antônio da Costa e Vinicius Gabriel da Silva Freitas, eles foram encaminhados para Mossoró para as investigações e formalização da prisão em flagrante. A ação contou com o apoio de equipes do POG, do Raio e do Cotar.
Repercussão e estado de saúde
A assessoria de Cabo Deyvison informou que ele permanece hospitalizado e, segundo boletim, em condição estável. Em nota, o PL e o PL Jovem repudiaram o atentado e solicitaram resposta rápida das autoridades para esclarecer autores e eventuais mandantes do crime. As investigações continuam sob responsabilidade da Polícia Civil do RN.
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