- A Assembleia Legislativa de Minas Gerais, via Programa Fiscaliza, acompanha o sumiço de móveis do Palácio das Mangabeiras, na gestão de Romeu Zema.
- O Palácio das Mangabeiras deixou de ser a residência oficial dos governadores mineiros.
- O programa está recebendo secretários e representantes de órgãos da administração estadual para prestar informações.
- A apuração busca esclarecer a localização dos bens e eventuais responsabilidades administrativas.
A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) tornou-se alvo de apuração sobre o suposto sumiço de móveis do Palácio das Mangabeiras, residência oficial durante a gestão de Romeu Zema. A investigação envolve o uso de recursos públicos e a gestão de acervo no palácio.
O programa Fiscaliza, da ALMG, está recebendo secretários e representantes de órgãos da administração estadual para esclarecer o caso. A iniciativa visa esclarecer responsabilidades, origens dos itens e o paradeiro de bens avaliados como patrimônio público.
As apurações estão em andamento, com etapas de depoimentos e levantamento de documentos. A indefinição sobre exemplares e onde se encontram itens específicos permanece entre os pontos centrais da diligência. A audiência ocorre no âmbito da atuação institucional da ALMG nas últimas semanas.
Progresso das diligências
Secretários e representantes devem apresentar dados sobre aquisições, transferências e inventário de bens no Palácio das Mangabeiras. A apuração busca também confirmar eventuais falhas em controle patrimonial da gestão estadual. Hermano Chiodi acompanha o desenrolar dos trabalhos.
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