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Deputado do PT defende que Jaques Wagner deixe liderança do governo

Deputado do PT defende que Jaques Wagner deixe a liderança do governo para se dedicar à defesa, após a PF identificar irregularidades no Banco Master

Deputado relacionou as investigações à gestão do ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto e a aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro
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  • O deputado Rogério Correia (PT-MG) pediu que Jaques Wagner deixe a liderança do governo no Senado para se dedicar à defesa, mantendo a presunção de inocência.
  • Correia ligou as investigações à gestão de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, e a aliados de Jair Bolsonaro, afirmando que houve autorização para o Banco Master funcionar em 2019.
  • O deputado afirmou que o Banco Central recebeu alertas sobre irregularidades no crédito consignado e que, segundo ele, houve omissão sob a gestão de Campos Neto.
  • Ele mencionou que Ibaneis Rocha tentou usar o BRB para socorrer o Banco Master.
  • Correia também defendeu a instalação de duas CPMIs: uma sobre o Banco Master e outra sobre o filme Dark Horse, que retrata a trajetória de Jair Bolsonaro.

Rogério Correia, deputado federal pelo PT de Minas Gerais, pediu nesta semana que Jaques Wagner se afaste da liderança do governo no Senado para se dedicar à sua defesa, mantendo a presunção de inocência. A solicitação foi feita após a deflagração da Operação Compliance, que mira o Banco Master e envolve autoridades públicas, segundo Correia.

O parlamentar relacionou as investigações à gestão de Roberto Campos Neto à frente do Banco Central e a aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo Correia, o Banco Master recebeu autorização para funcionar em 2019 sob Campos Neto, indicado por Bolsonaro. O deputado afirma ainda que o Banco Central recebeu alertas sobre irregularidades que teriam contribuído para perdas no crédito consignado.

Correia sustentou que Ibaneis Rocha, ex-governador do Distrito Federal, tentou usar o BRB para socorrer a instituição financeira vinculada ao caso. O deputado comparou as atitudes entre governos anteriores e o modelo defendido pela atual gestão, destacando a defesa da independência da PF e a responsabilização de todos os envolvidos.

Proposta de novas comissões de inquérito

Correia defendeu a instalação de duas CPMIs: uma dedicada ao Banco Master e outra sobre o filme Dark Horse, que retrata a trajetória de Jair Bolsonaro. A sugestão visa apurar fatos, responsabilidades e eventuais irregularidades associadas aos temas em análise.

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