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DOJ investiga manejo da MLB em protesto no Pride Night dos Giants

Justiça dos EUA investiga se a MLB discriminou três jogadores por objeção religiosa ao inscrever versículos bíblicos no boné durante a Pride Night

Landen Roupp was one of three San Francisco Giants pitchers who altered their Pride Night hats earlier this month.
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  • O Departamento de Justiça abriu uma investigação para verificar se a Major League Baseball discriminou três jogadores do Giants por motivos religiosos ao avisá-los por escreverem versículos bíblicos em bonés durante a Pride Night.
  • A vice-procuradora-geral Harmeet Dhillon encaminhou a questão ao Equal Employment Opportunity Commission para apurar.
  • Dhillon afirma que a Lei dos Direitos Civis proíbe a MLB e suas franquias de restringir de forma imprópria direitos de jogadores que se opõem à promoção de mensagens pró Pride por questões religiosas.
  • Os jogadores Landen Roupp, JT Brubaker e Ryan Walker escreveram versos do Gênesis nos bonés; Sam Hentges escolheu o boné tradicional sem o logo com arco-íris; a MLB disse que o aviso verbal não foi disciplinar e não teve relação com o conteúdo.
  • O Giants emitiu comunicado reforçando o apoio ao Pride Night e à inclusão, após a repercussão negativa.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação sobre suposta discriminação religiosa por parte da Major League Baseball ao emitir avisos a três jogadores dos Giants por escreverem versículos bíblicos em seus bonés durante a Pride Night. A denúncia foi encaminhada pela AAG Harmeet Dhillon ao comissário Rob Manfred.

Em carta publicada, Dhillon afirma que o caso foi encaminhado à Comissão de Oportunidades Iguais de Emprego para apuração adicional. A mensagem sustenta que o Civil Rights Act impede que ligas imponham encargos desarrazoados a objeções religiosas de jogadores.

A MLB sustenta que o aviso verbal não é disciplina e não tem relação com o conteúdo. A liga reforça o direito dos atletas à expressão, citando casos anteriores envolvendo mensagens como mensagens familiares em bonés.

Elementos em disputa

A AAG aponta que a MLB já permitiu patches de Black Lives Matter nos uniformes, sugerindo duplica de padrões. A crítica ganhou tração após senadores questionarem a política da liga, citando uma suposta promoção de posicionamento político.

A MLB informou que a política é neutra em conteúdo e que respeita a liberdade de expressão dos jogadores. Não houve multa ou punição financeira aos atletas.

No jogo de Pride Night em 12 de junho, Landen Roupp, JT Brubaker e Ryan Walker escreveram variações de versículos do Gênesis em seus bonés. Um quarto jogador, Sam Hentges, optou pelo boné tradicional.

Os depoimentos após a partida mostraram que Roupp defendeu a intenção de expressar uma crença pessoal. A equipe afirmou que compreende a dor causada por ações de alguns jogadores e reiterou seu compromisso com inclusão.

Desdobramentos

Após a repercussão, os Giants divulgaram nota reiterando apoio à Pride Night e à comunidade LGBTQ+. A chapinha de declaração destacou o desejo de que o baseball seja palco de inclusão, respeito e pertencimento para todos.

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