- Governo vê poucas chances de aprovação da PEC da segurança até o fim do atual mandato presidencial.
- A proposta é uma das principais apostas do governo na área de segurança pública.
- Planalto entende que o distanciamento entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, reduz as chances de avanço da matéria.
- A avaliação é de que a distância entre Lula e Alcolumbre dificulta o andamento do projeto no Senado.
O governo avalia que as chances de aprovar a PEC da segurança pública são pequenas até o fim do atual mandato presidencial. A percepção vem do Palácio do Planalto, que aponta entraves políticos para a pauta.
A proposta é uma das principais apostas do governo no tema da segurança pública. Acredita-se que a dificuldade de viabilizar o projeto está ligada a atritos internos do Congresso.
Segundo a leitura de assessores, o distanciamento entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, reduz as possibilidades de avanços. O governo teme que o impasse prejudique a agenda de segurança.
Contexto político
Analistas apontam que a relação entre o Executivo e o Senado é um fator-chave para a tramitação de propostas constitucionais. A falta de alinhamento tende a atrasar votações relevantes para o Planalto.
A PEC da segurança já passou por comissões em versões anteriores, mas ainda não teve data definida para votação em plenário. O governo continua monitorando movimentos no Congresso.
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