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PT defende Jaques Wagner após ser alvo da Compliance Zero

PT defende Jaques Wagner; senador pode esclarecer fatos e comprovar inocência; Polícia Federal cumpriu dezoito mandados em Bahia, São Paulo e Distrito Federal na nona fase da Compliance Zero

Presidente nacional do partido afirma que senador vai "comprovar sua inocência"; PF cumpriu 18 mandados de busca e apreensão em três estados - (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
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  • O PT defendeu o senador Jaques Wagner, após ele ser apontado como alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal.
  • Edinho Silva, presidente nacional do partido, afirmou que Wagner “comprovará sua inocência” e apoiou as apurações sobre o Banco Master.
  • A PF cumpriu 18 mandados de busca e apreensão em Bahia, São Paulo e Distrito Federal, autorizados pelo STF, com medidas cautelares para impedir contato entre investigados e limitar passaportes.
  • A investigação apura um possível esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master.
  • O foco é a relação entre Wagner e o banqueiro Augusto Lima, apontado como aliado de Daniel Vorcaro, com indícios de atuação em propostas no Congresso, como a “Emenda Master” e a ampliação do crédito consignado.

O PT defendeu Jaques Wagner após ele ser apontado como alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. A ação, ocorrida nesta quinta-feira, envolveu buscas e medidas cautelares contra investigados ligados a um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras ligado ao Banco Master. Wagner é senador pelo PT na Bahia e líder do governo no Senado.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que Wagner tem a confiança do partido e que irá comprovar sua inocência. Em nota, ele ressaltou apoio às apurações envolvendo o Banco Master e disse que os crimes devem ser apurados com responsabilização dos envolvidos.

A PF cumpriu 18 mandados de busca e apreensão em três estados: Bahia, São Paulo e o Distrito Federal, por determinação do STF. Além das buscas, foram impostas medidas cautelares como proibição de contato entre investigados, suspensão de passaportes e monitoramento eletrônico.

A investigação foca em um eventual circuito de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça relacionado ao Banco Master. O principal ponto de apuração é a relação entre Wagner e o banqueiro Augusto Lima, aliado a Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

A PF apura se Wagner atuou em favor de projetos de interesse do Banco Master no Congresso, incluindo a chamada Emenda Master e uma proposta para ampliar o crédito consignado. Augusto Lima, também alvo da operação, é controlador do Banco Pleno.

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