- O pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro, disse que, se eleito, não deve promover nova reforma da Previdência.
- Ele afirmou que pretende manter a valorização do salário mínimo acima da inflação, com o valor atual de R$ 1.621 podendo chegar a R$ 1.717 em 2027.
- Em entrevista ao SBT News, o senador disse que o foco é economizar recursos públicos e manter proteção aos setores que necessitam de apoio.
- O plano inclui ajuste fiscal, desburocratização, privatizações e uso de parte de imóveis da União para um fundo, visando reduzir despesas e estimular empregos.
- Sobre o ministro da Economia, Flávio afirmou que ainda não há definição, mas o time observa nomes da iniciativa privada, incluindo a possibilidade de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, entre cotados.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta sexta-feira que não deve haver mudanças na atual reforma da Previdência caso seja eleito presidente. A declaração foi feita em entrevista ao SBT News, ao ser questionado sobre eventuais ataques a temas sensíveis ao público.
O pré-candidato também sinalizou a intenção de manter a valorização do salário mínimo acima da inflação. Hoje em dia o salário está em 1.621 reais e a previsão interna é de chegar a 1.717 reais em 2027.
Além disso, Flávio reforçou que pretende concentrar esforços na economia para frear gastos públicos. A ideia é reduzir despesas, desburocratizar processos e promover privatizações, com foco em governos eficientes e maior competição no mercado.
Plano econômico e gabinete
O senador criticou a atual equipe econômica do governo Lula e disse que um ajuste fiscal é necessário para reduzir juros e estimular empregos. Entre as medidas citadas estão a privatização de estatais e a potencial utilização de imóveis da União em um fundo de gestão.
Sobre a equipe que comandaria a economia, Flávio afirmou que ainda não há definição de nomes, mas que a campanha avalia alternativas vindas do setor privado. Entre constantes menções aparecem ex-diretores e economistas ligados ao setor.
Nomes que circulam como possíveis integrantes da futura gestão incluem ex-funcionários de bancos estatais, ex-presidentes de bancos públicos e executivos do mercado financeiro, sem confirmar cargos ou datas.
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