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André do Prado confirma Eduardo Bolsonaro como seu suplente ao Senado

André do Prado diz que Eduardo Bolsonaro será seu suplente no Senado por São Paulo; STF pode reverter decisão e Eduardo permanece sem mandato

Deputado estadual André do Prado (PL) em sessão de eleição para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).
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  • André do Prado (PL) informou que Eduardo Bolsonaro será seu suplente na disputa ao Senado por São Paulo, em lançamento de chapa em Guarulhos.
  • Ele disse que a candidatura ao Senado deveria ser de Eduardo e que recursos podem permitir reverter o impedimento no Supremo Tribunal Federal; Eduardo continua como seu 1º suplente.
  • André afirmou que não abrirá mão do mandato de senador caso seja eleito, para ceder a vaga a Eduardo.
  • Participaram do evento o governador Tarcísio de Freitas e o senador Flávio Bolsonaro; este afirmou que a decisão de André não foi fácil e comentou abusos em defesa da democracia.
  • Na terça-feira anterior, Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo STF a 2 anos e 4 meses de prisão por coação no processo de tentativa de golpe; também foi determinado pagamento de 50 dias-multa e uma restrição eleitoral de até 12 anos e 2 meses.

André do Prado, pré-candidato ao Senado pelo PL, anunciou neste sábado em Guarulhos que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro será seu suplente na disputa pelo Senado de São Paulo. O anúncio ocorreu durante o lançamento da chapa da sua candidatura.

Segundo Prado, a ligação entre os dois permanece firme e o ex-deputado é visto como primeiro suplente, ainda que haja recursos legais em tramitação no STF. O político afirmou que Eduardo não poderá disputar o Senado neste momento.

O evento contou com a presença do governador Tarcísio de Freitas e do senador Flávio Bolsonaro, também do PL. Flávio disse que a escolha de Prado não foi simples e citou dificuldades relacionadas a apoios políticos na definição da chapa.

Sobre o cenário judicial envolvendo Eduardo, Prado não comentou diretamente as acusações. O STF anunciou, na última terça, condenação de Eduardo a 2 anos e 4 meses de prisão por coação no curso de processo que apurava tentativa de golpe. Além disso, houve multa e restrições eleitorais para o ex-deputado, com efeitos que podem se estender por anos.

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