- André do Prado confirmou, em Guarulhos, que mantém Eduardo Bolsonaro como seu primeiro suplente na chapa ao Senado, mesmo após a condenação do STF.
- A decisão do STF aponta inelegibilidade de Eduardo até oito anos após o cumprimento da pena, com quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto e cinquenta dias-multa; houve ainda a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.
- O grupo ainda aposta em recursos para tentar reverter a decisão.
- Eduardo participou do lançamento do evento por videochamada e reafirmou a intenção de integrar a chapa.
- O ato contou com a presença do governador Tarcísio de Freitas, de Flávio Bolsonaro, de Valdemar Costa Neto, de Guilherme Derrite e de Sóstenes Cavalcante.
O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), afirmou neste sábado 20 de junho de 2026 que mantém Eduardo Bolsonaro (PL-SP) como seu 1º suplente na disputa por uma vaga no Senado, mesmo após a condenação do deputado pelo STF. A declaração ocorreu durante o lançamento da pré-candidatura de Prado em Guarulhos, na Grande São Paulo. O grupo não descartou recursos para tentar reverter a decisão.
A condenação foi anunciada pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal, que tornou Eduardo inelegível pela data da decisão e fixou pena de 4 anos e 2 meses de reclusão, em regime semiaberto, mais 50 dias-multa. Os ministros determinaram a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal. A acusação envolve coação no curso do processo e pressão para ações contra autoridades brasileiras.
Eduardo participou do evento por vídeo e reiterou a intenção de integrar a chapa encabeçada por Prado. Prado afirmou que a vaga originalmente era dele e que Eduardo continua na parceria, citando recursos jurídicos pendentes e a esperança de julgamento final pelo STF. O apoio de Eduardo também foi reconhecido pelo governador Tarcísio de Freitas.
Situação da aliança e agenda
O lançamento reuniu lideranças do bloco político, incluindo o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Também estiveram presentes o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, o ex-secretário Guilherme Derrite (PP) e o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ). A pauta girou em torno da continuidade da aliança e da estratégia para as eleições.
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