- Mariângela Fialek, conhecida como “Tuca”, continua lotada como funcionária comissionada da Câmara, com salário bruto de R$ 25,9 mil, apurado em maio.
- Ela é alvo de investigação da Polícia Federal por suposta coordenação do orçamento secreto e fraudes em emendas parlamentares.
- A servidora já trabalhou com o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, e hoje está lotada na área de Infraestrutura e Patrimônio.
- A denúncia protocolada pelo deputado Glauber Braga ao STF afirma que ela mantém condução ligada às emendas e atende parlamentares para operacionalizá-las.
- A apuração sobre possíveis desdobramentos fica a cargo do Supremo Tribunal Federal.
Mariângela Fialek, funcionária comissionada da Câmara dos Deputados, permanece lotada no esquema de emendas, segundo a transparência da Casa. O salário bruto de maio é de R$ 25,9 mil, conforme o sistema de informações da Câmara.
A deputada Glauber Braga (PSOL-RJ) protocolou denúncia ao STF afirmando que Fialek continua a operar o suposto esquema. A peça sustenta que a servidora coordena a sistemática ligada às emendas, atendendo parlamentares e assessores.
Fialek, conhecida como “Tuca”, já trabalhou com o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A investigação envolve fraudes em emendas parlamentares e envio de recursos a prefeituras, com rastreamento limitado, segundo o extrato do orçamento secreto.
Processo e desdobramentos
A denúncia recebida pelo STF aponta que a atuação da funcionária persiste na condução das emendas. O texto acrescenta que a apuração será avaliada pela Corte, com possíveis desdobramentos conforme as diligências.
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