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Petro pressiona Trump sobre prisão de ativista antes do segundo turno na Colômbia

Petro pede a Trump que revele onde está detido o ativista colombiano Beto Coral, preso no Arizona, em meio ao runoff presidencial na Colômbia

Gustavo Petro speaks during a rally in Cali, Colombia, on June 19.
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  • Gustavo Petro pediu a Donald Trump que revele onde está preso o imigrante colombiano ativista Beto Coral, detido no Arizona.
  • Coral foi preso nesta semana no estado americano.
  • Ele criticava o candidato de linha mais dura Abelardo de la Espriella, alvo do apoio de Trump na segunda turno.
  • Coral é filho de um policial envolvido na queda do cartel de Pablo Escobar nos anos noventa.
  • A eleição de segundo turno na Colômbia enfrenta o embate entre o candidato apoiado por Trump e o adversário de linha mais dura.

Gustavo Petro pediu a Donald Trump que revele onde está o imigrante colombiano que criticou Abelardo de la Espriella. O ativista está preso no Arizona, após uma detenção ocorrida nesta semana. A cobrança ocorre um dia antes do segundo turno das eleições na Colômbia.

Petro afirma que o ativista, conhecido como Beto Coral, é filho de um policial que participou da operação contra o cartel de Pablo Escobar nos anos 1990. O ex-presidente colombiano sustenta que o caso envolve questões políticas e de liberdade de expressão.

A denúncia envolve Trump, que apoia o candidato de linha mais dura na Colômbia, Abelardo de la Espriella, no pleito que acontece no país andino. A postura do ex-presidente americano é tema de discussão entre adversários e aliados.

Beto Coral, que também é conhecido por suas críticas ao espectro político conservador, foi detido no estado americano de ponta a ponta com acusações ainda não detalhadas. A família dele busca clareza sobre o motivo da prisão e o rumo do processo.

O segundo turno ocorre entre o candidato apoiado por Trump e o adversário CEPEDA, segundo fontes próximas ao pleito. A movimentação internacional envolve dirigentes e veículos de imprensa de diferentes países, que acompanham o desenrolar.

Ainda não há informações públicas sobre a motivação exata da prisão ou a data de uma possível audiência. Autoridades locais indicaram que o caso segue sob avaliação e que mais detalhes devem ser disponibilizados em breve.

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