- O deputado Rodrigo Rollemberg afirma que continua defendendo a instalação de uma CPI para investigar as relações entre o BRB e o Banco Master.
- Em 12 de março, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou pedido para obrigar a Câmara a instaurar a CPI; caberia aos deputados decidir.
- Rollemberg diz que muitos congressistas não querem a CPI porque “teriam o rabo preso”.
- O requerimento de criação da CPI foi apresentado por Rollemberg, com o objetivo de apurar suspeitas de fraudes na relação entre BRB e Banco Master.
- A declaração ocorreu durante evento que oficializou a pré-candidatura de Rollemberg à Câmara dos Deputados, com a participação de nomes do PSB DF.
Rodrigo Rollemberg, deputado do PSB-DF e ex-governador, mantém a defesa pela instalação da CPI que investigaria a relação entre BRB e Banco Master. O objetivo é apurar supostas fraudes financeiras e irregularidades no funcionamento entre as duas instituições.
O pedido foi apresentado pelo parlamentar, que já teve o requerimento rejeitado pelo STF em março. Em decisão anterior, o ministro Cristiano Zanin afirmou que a instalação da CPI caberia à Câmara dos Deputados analisar o tema.
Rollemberg alegou que a resistência à comissão vem de parte dos congressistas, sugerindo que muitos teriam interesses conflitantes que dificultariam a investigação. A crítica foi feita durante evento de lançamento de sua pré-candidatura à Câmara.
O deputado reforçou que a CPI busca esclarecer suspeitas envolvendo operações entre BRB e Banco Master, com foco em eventuais desvios de recursos. O objetivo é trazer transparência para áreas como saúde, segurança e educação.
Durante o mesmo ato, o PSB DF confirmou a pré-candidatura de Ricardo Cappelli ao governo do Distrito Federal, além de 8 candidatos à Câmara dos Deputados e 27 à Câmara Legislativa.
O evento ocorreu no DF e marcou o ciclo de campanha deRollemberg, que figura entre os nomes que o partido pretende lançar para o pleito. As informações destacam o tema da cooperação entre instituições financeiras públicas.
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