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Alemanha volta a considerar energia elétrica movida a carvão

Debate sobre flexibilizar o Kohleausstieg ganha força na Alemanha, com proposta de manter seis usinas a carvão importado como reserva de segurança e de preço estável

Germany currently gets 20% of its electricity from coal-powered stations
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  • A Alemanha, maior usuária de carvão na Europa, quer abandonar o combustível até 2038; para o lignito, o cronograma foi antecipado para 2030.
  • Atualmente, cerca de 20% da geração elétrica vem do carvão, enquanto as energias renováveis já respondem por mais da metade da eletricidade do país.
  • Como backup, a Alemanha pretende substituir o carvão por usinas a gás, que em geral emitem menos CO₂; o gás responde por 13% da geração.
  • Há discussion about flexibilizar a fase-out, com proposta de manter seis usinas de carvão importado como reserva; comitê parlamentar investiga o tema; a coalizão de governo diverge.
  • O tema envolve segurança de fornecimento e preço estável; o governo deve decidir neste ano se mantém a meta de lignito para 2030 ou permite capacidade residual; uma revisão estatutária em agosto pode acelerar ou retardar o processo.

Germany mira novamente o uso de energia a carvão, com a meta de zerar o Kohleausstieg até 2038. A lignito permanece como combustível barato e abundante, o que complica a transição energética.

Atualmente, cerca de 20% da geração elétrica alemã vem de carvão. A Alemanha já obtém mais da metade de sua eletricidade de fontes renováveis, cerca de 59% no ano passado. Restam usinas a gás como backup sazonal.

Proposta de reserva com carvão importado

Algumas usinas a carvão importado, menos poluentes que a lignito alemã, são discutidas como reserva estratégica. Empresas como Steag Iqony defendem operação contínua para manter segurança de fornecimento e preços estáveis.

O governo avalia impactos de custo, oferta e preço de energia. A coalizão entre CDU/CSU e SPD divide-se: membros da CDU defendem maior flexibilidade, enquanto a SPD teme retrocesso na transição energética.

Parlamentarismo e mercado continuam em estudo: um comitê investiga a possibilidade de manter parte da capacidade, especialmente para o inverno. O governo deve decidir ainda neste ano se mantém o prazo de 2030 para a lignito ou flexibiliza para uso estratégico. Em agosto, sai a revisão oficial sobre o Kohleausstieg, que pode acelerar ou atrasar a transição.

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