- O representante Dan Goldman, de Nova York, comenta o endosso de Zohran Mamdani ao seu adversário Brad Lander antes das primárias de terça-feira.
- Goldman diz que democratas em geral concordam que a vida está “bem cara” para a maioria dos americanos.
- Ele critica o manejo de Donald Trump na guerra no Irã como “imprudente”, sem objetivo ou estratégia claros, deixando os EUA em pior situação.
- Goldman afirma que os EUA estão em risco muito maior sem a Seção 702 da Lei de Vigilância de Inteligência Estrangeira (FISA, na sigla em inglês).
- A entrevista foi gravada para o programa “Balance of Power” da Bloomberg, com Kailey Leinz e Joe Mathieu.
O representante Dan Goldman (D-NY), membro das comissões de Justiça e Segurança Interna, comenta o apoio de Zohran Mamdani ao seu adversário Brad Lander antes da eleição primária de terça-feira. Ele afirma que os democratas, em linhas gerais, veem a vida como cara para a maioria dos cidadãos.
Goldman também critica a gestão da guerra no Irã por parte do presidente Trump, chamando-a de impulsiva e sem objetivo claro. Segundo ele, a estratégia é deficiente e o país fica em uma posição bem pior, com riscos ampliados.
Ainda no debate, o congressista diz que os EUA estão em risco maior sem a seção 702 do FISA. As declarações foram feitas durante entrevista na edição tardia do programa Balance of Power, da Bloomberg, com Kailey Leinz e Joe Mathieu.
Contexto político
A primária de Nova York envolve Lander e Mamdani, com o endorsement de Mamdani ao adversário do colega de bancada Goldman, o que acende o debate sobre alianças internas. O pleito ocorre nesta semana, em meio a tensões locais e nacionais.
Goldman atua na cena federal, enquanto bandeiras locais dividem o voto em bairros de Nova York, com temas constantes de custo de vida, políticas de segurança e estratégia de guerra. A cobertura acompanha as movimentações até o dia da votação.
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