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Apoiadora faz ato em condomínio de Bolsonaro após proibição de Moraes

Apoiadora de Bolsonaro faz vigília em frente ao condomínio com bandeiras, mesmo com proibição de Moraes, enquanto prazo da prisão domiciliar se encerra e nova análise é prevista

Apoiadora faz vigília em frente a casa de Bolsonaro
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  • Apoiadora de Jair Bolsonaro foi ao condomínio onde ele cumpre prisão domiciliar, nesta segunda-feira, 22 de junho, por volta das 18h, permanecendo até as 18h40.
  • Ela estava com bandeiras do Brasil e de Israel amarradas ao corpo.
  • A presença ocorreu mesmo após a proibição de Moraes que impede vigílias, acampamentos e aglomerações num raio de um quilômetro da residência do ex-presidente.
  • A mulher é conhecida como pastora Lili Carabina, famosa por vigílias em frente ao hospital onde Bolsonaro costuma ficar internado em Brasília.
  • A manifestação acontece dias antes do fim dos 90 dias de prisão domiciliar, quando Moraes fará nova análise para manter ou revogar a medida.

Uma apoiadora de Jair Bolsonaro foi ao condomínio onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar, nesta segunda-feira (22/6), para se manifestar em oração. Ela estava enrolada em bandeiras do Brasil e de Israel.

A ação ocorreu por volta das 18h, em Brasília, no Jardim Botânico. Até cerca de 18h40, não houve intervenção policial, e a mulher permaneceu no local. Ela ficou conhecida por vigílias anteriores em frente ao hospital onde Bolsonaro costuma ficar.

A decisão de Moraes de conceder a prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro, em 24 de março, proibiu acampamentos, vigílias e aglomerações a menos de 1 km da residência do ex-presidente. O objetivo é evitar tumultos e coações à Suprema Corte.

A manifestação acontece dias antes do fim dos 90 dias da medida. Moraes deverá reavaliar, ao término do prazo, a manutenção ou revogação do regime de cumprimento da pena em casa. A agência não confirmou novas ações no local.

Contexto da decisão

A proibição de aglomerações busca manter a ordem e assegurar o cumprimento das cautelares impostas ao ex-presidente. A vigilância permanece como tema de interesse público e de segurança local.

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