- O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, atendeu pedidos do PL e do PT e bloqueou publicações ligando Lula ao crime organizado.
- Foi impedido o impulsionamento de vídeo do PL que relacionava Lula a pessoas investigadas pela relação com o PCC e insinuava discordância do presidente com a classificação da facção e do CV como terroristas.
- Em relação a Flávio Bolsonaro, Mendonça determinou a retirada de duas postagens: uma de Lindbergh Farias e Rogério Correia que o vinculavam ao crime organizado.
- Também foi removida uma publicação de André Janones que associava Flávio a milícia, tráfico e ao assassinato da vereadora Marielle Franco.
- O ministro ressaltou que não houve provas suficientes para as alegações contra Flávio e que o que foi proibido foi o conteúdo específico de propaganda eleitoral negativa associando-o ao crime organizado, não críticas políticas em geral.
O ministro André Mendonça, do TSE, barrou publicações que associam o presidente Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro a organizações criminosas. A decisão atende a pedidos do PL e do PT.
Mendonça impediu o impulsionamento de um vídeo do PL que ligava Lula a pessoas investigadas por aproximação com o PCC e sugeria discordância do presidente sobre a classificação da facção e do CV como terroristas.
Também determinou a retirada de duas postagens sobre Flávio Bolsonaro: uma de Lindbergh Farias e Rogério Correia que o vinculavam ao crime organizado, e outra de André Janones que o associava a milícias e a Marielle Franco.
As ações foram apresentadas pelos partidos dos respectivos candidatos e visam impedir impulsionamento de conteúdos negativos contra adversários, segundo a decisão do ministro.
No caso envolvendo Flávio, Mendonça entendeu que não havia provas suficientes para manter as alegações, vedando apenas a manutenção de publicações específicas sem lastro que associem o parlamentar a organizações criminosas, milícias ou crimes graves.
Em síntese, o TSE tomou medidas para evitar propagação de conteúdo pago que atribua vínculos criminais sem comprovação, mantendo direito a críticas políticas desde que não haja impulso financeiro de desinformação.
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