- Edinho Silva, presidente do PT, afirmou que os casos de Flávio Bolsonaro e Jaques Wagner são “muito distintos” e não têm relação com o governo Lula.
- Wagner, líder do governo no Senado, foi alvo de nova fase da operação da Polícia Federal que investiga o Banco Master.
- A ação apura se Wagner atuou para beneficiar o banco em troca de vantagens indevidas.
- Flávio Bolsonaro manteve conversas com o banqueiro Vorcaro pedindo financiamento para o filme Dark Horse, que retrata a história de Jair Bolsonaro.
- De acordo com Edinho, não há prova de ligação entre Lula e Vorcaro; ainda, há afirmação de que 60 milhões de reais teriam ido para fora do Brasil, em fundo administrado por Eduardo Bolsonaro.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que os casos envolvendo Flávio Bolsonaro e Jaques Wagner são “muito distintos e extremamente diferentes”. A declaração ocorreu durante entrevista ao programa VEJA em Foco nesta segunda-feira, 22.
Wagner, líder do governo Lula no Senado, é alvo de nova fase da operação da Polícia Federal que investiga o Banco Master. A investigação envolve a possível atuação do senador para beneficiar o banco recebendo vantagens indevidas.
Já Flávio Bolsonaro, senador pelo PL, teve diálogos em que teria solicitado ao banqueiro Daniel Vorcaro recursos para financiar o filme Dark Horse, que retrata a trajetória de Jair Bolsonaro. A agenda envolve alto valor e movimentação de recursos internacionais.
Edinho Silva ressaltou que não há qualquer ligação entre a operação envolvendo Wagner e Vorcaro com o governo do presidente Lula. Segundo ele, não há áudio que comprove intimidade entre Lula e Vorcaro, ao contrário do que é apresentado em outros trechos.
O grupo do qual Flávio Bolsonaro participa é citado em documentos sobre financiamento do filme, com referências a valores de até 60 milhões de reais, supostamente transferidos para fora do Brasil e administrados por Eduardo Bolsonaro.}
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