- Lançamento da nova fase do Celular Seguro ocorreu nesta terça-feira, 23, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas.
- A ideia é tornar o programa o “Serasa dos celulares roubados”, enfatizando a recuperação dos aparelhos para dificultar compra, venda e uso.
- O secretário afirmou que comprar celular roubado é crime grave e que não adianta punir apenas o ladrão da rua; também é preciso agir contra quem lucra com o esquema.
- A qualquer momento, o aparelho pode receber restrições até ficar inutilizado, incentivando a entrega às autoridades e o rastreamento de lojas físicas e virtuais.
- As ações envolvem cooperação com todos os estados e com a Receita Federal para desarticular a rede de aquisição e circulação de celulares roubados.
O lançamento da nova fase do programa Celular Seguro aconteceu nesta terça-feira, 23, em ato oficial que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas. A localização exata do evento não foi divulgada no material disponível.
A nova etapa reforça o foco no modo de recuperação dos aparelhos, tornando mais difícil a compra, venda e uso de celulares roubados. O objetivo é ampliar a rastreabilidade e dificultar o mercado ilícito, com medidas que devem evoluir ao longo do tempo.
A estratégia prevê restrições progressivas aos aparelhos, até que fiquem inutilizados caso não sejam entregues às autoridades. Quando os dispositivos são devolvidos, as autoridades rastreiam o ponto de aquisição, incluindo lojas físicas e virtuais. O governo já abriu canais de diálogo com estados e com a Receita Federal para ampliar a fiscalização.
Parcerias e empresas
Chico Lucas ressaltou a necessidade de atuação conjunta, destacando que não é suficiente atacar apenas o ladrão de rua; é preciso enfrentar também quem se beneficia do crime. A autoridade informou que estão em curso conversas com estados e varejistas para reforçar operações de fiscalização e desestimular o tráfico de aparelhos.
O secretário enfatizou que o programa busca responsabilizar toda a cadeia envolvida, desde a identificação do local de venda até a entrada de dispositivos recuperados nos serviços de fiscalização. A iniciativa visa reduzir o dano social causado pelos roubos de celulares.
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